A Sara Sampaio decidiu seguir o nosso conselho

Depois de termos lançado um apelo contra a moda das “selfies a pernas” na praia substituindo-as com Selfies de mamas, usando o hashtag #tits4casanovadobairroalto verificámos que algumas modelos famosas já estão a aderir, como a Sara Sampaio… coincidências? 

 

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Se um dia tu quiseres, me encontrar

Se um dia tu quiseres saber de mim
procura-me na taverna mais ruim
ou na rua escura
nos braços de alguma puta madura
onde afogo todos as restos de um passado
da vida que me passou ao lado

Se um dia tu quiseres, me encontrar
procura-me caido na porta de um bar
ou enrolado com quatro pitas nas galerias paris
entre copos, sexo e coca para o nariz
em orgias para tentar esquecer
a falta de vontade que tenho pra viver

e se um dia tu quiseres saber de mim
procura-me num banco de jardim
onde durmo debaixo do meu tecto estrelado
embalado no meu triste fado
de corpos que sofrem de prazer
que maltrato tentando te esquecer

e se um dia tu quiseres me encontrar
se um dia começares a procurar
porque a saudade
foi mais forte que a vaidade
eu não estarei no meu lugar
estarei numa mar de pernas abertas a naufragar
mas tu serás a boia de salvação
e nadarei para fora desta podridão
e subo ao mastro alto pronto prá conquista
e tu serás a minha “terra à vista”
musa inspiradora desta epopeia
dum pirata e de uma sereia.

Giacomo Casanova do Bairro Alto

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Deviamos lavar a alma com a mesma frequência que lavamos o corpo

Deviamos lavar a alma com a mesma frequência que lavamos o corpo…. esfregar um corpo no outro a temperatura ambiente até exorcizarmos todos os nossos demónios…

 

Giacomo

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Tu foste a mentira sagrada a tragedia sincera o amor mais perdido que me aconteceu

Tu foste a mentira sagrada
a tragedia sincera
o amor mais perdido
que me aconteceu
foste a musa e poema
foste praga abençoada
foste amor, amada
e eu cheio de erros
escrevia-te canções de amor
para fazer perdoar o meu lado ruim
e tu ..eu sei, gostavas de mim
mas foram tantas palavras de amor
ditas ao ouvido
perdidas em acções sem sentido
era um parvo
sei agora no silêncio desta noite escura
naquele que foi o nosso quarto…
mas ainda assim
sei que te lembras de mim
quando te cantam ao ouvido
quando dançam sem ritmo na rua
… e o tempo transformou-nos em quase nada
dois desconhecidos, 
que conhecem a parte mais intima do outro
dois amigos de circunstância
que mais valia esquecer, 
mas para onde voltamos a correr
sempre que começa a doer.
e a vida lá fora 
chora
mas segue… e voltas a ser o poema mais lindo
a canção mais bonita
que um dia cantei
a mulher que um dia sonhei.

Giacomo Casanova do Bairro Alto

 

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imagina que louco seria tirar a mascara que carrego dia a dia

imagina
que louco seria
tirar a mascara que carrego dia a dia
que me impede de respirar
de amar
uma mascara que me rouba a identidade
só porque lá fora pedem igualdade.
Imagina 
que louco seria
levar-te num passo de magia
para o mundo onde pertenço
insano,doente, intenso
cheio de prazeres mundanos, carnais
onde não existem carnavais
nem tribunais
com os seus julgamentos morais.
um mundo onde o silêncio diz a verdade
onde falo com os olhos 
oiço com o coração
e amo com paixão.
Um mundo onde o castigo é um abraço
onde o pecado é afogado num copo de bagaço
e depois partilhado
até ser exorcisado.
Imagina 
que louco seria
nem que fosse por um dia.

Giacomo Casanova do Bairro Alto

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Nem velas, nem galinhas pretas, nem flores no mar

Nem Deus, nem Fé, nem Santo
Nem velas, nem galinhas pretas, nem flores no mar
nada me vai parar
sigo … e volto a Amar.

Giacomo Casanova do Bairro Alto

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E sob a tua posse… eu renasço

Tens total controlo sobre mim.
Se olhar profundamente para alguma coisa, ela materializa-se em ti… para SER, preciso de estar contigo.
Enquanto me perdia noutros corpos, era por ti que aguardava/sonhava.
Sonhei-te, criei-te.
Criei-te, passaste a existir.
Existes, e encontrámo-nos.
Renuncio. Renuncio a tudo o que possa ser antidoto para curar a nossa doença.
Pertenço-te.
E sob a tua posse… eu renasço!

Francesca Bruni

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Ausente do mundo, presente para ti

Abandono o carro poluída pela nossa troca de palavras, desvairos sem sentido e com sentido, tensão e excitação dentro daquele habitáculo já difícil de respirar.
Vens atrás de mim, e encostas-me à parede.
Troças da minha altura mas deliras com a minha personalidade capaz de fazer frente a um gigante.
Enervas-me. Confundes-me.
Seguras-me e largas-me.
Usas-me e abusas.
Ausentas-te mas invades-me.
Fazes-me bem e mal.
Fazes-me contorcer de prazer e de medo de te perder.
Humedeces-me os olhos de emoção, mas também de saudade.
És um demónio. Incontrolável. Ferozmente implacável. Letal. Precisas de ser colocado para baixo…
Olhas-me nos olhos desenhados pelo mal, seguras-me pela cintura e puxas o meu corpo já quente e suado, efeito da tempestade de palavras cruzadas, e pressionas-me de forma a fazer-me sentir a loucura que te cresceu no sexo.
Engulo em seco. Penetras-me o olhar como se me quisesses devorar.
E queres!
Prendeste a minha jugular entre os teus malvados dentes e provocaste-me este inchaço. Cravaste os teus dentes por todo o meu corpo…
sento-me e sinto-te,
encosto-me e sinto-te
visto-me e sinto-te.
Estás longe. Ausente do meu calor, mas presente no meu corpo. Na minha mente.
Não me consigo libertar da loucura com que me presenteaste naquela cama. Eriçaste todos os meus poros… assim que o efeito da dor que me provocavas desvanecia, implorava-te por mais. Implorava que me rasgasses a pele como o leão que és, cuspisses a carne e te embriagasses nos meus lábios com o meu néctar que fazes ferver.
Doente. Ausente do mundo, presente para ti, é assim que a nossa loucura me faz SER mulher.

Francesca Bruni

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É tarde de demais para voltar a trás

Apercebo-me que ao longo de vários anos pensei em alguém como tu. Inventei-te e senti-te sem saber que poderias existir. Existes. Parece um sonho…
Não quero viver este sonho e despertar para a realidade…
Quando viste os meus olhos apoderados de medo pela ideia de te perder, sentaste-me no teu colo e quando os nossos olhos se encontraram, colocaste a tua mão, na minha nuca e trouxeste os teus lábios para um beijo suave…
É tarde de demais para voltar a trás. Aninhada no teu colo com a cabeça a descansar, revelas-me o teu cheiro e o teu calor que fazem o meu motor trabalhar. Estou ligada a ti, através de um pacto de sangue, pacto este, que me tornou eternamente tua.
Sentiste a minha corrente sanguínea a bombear nas minhas veias a um ritmo frenético e após beijares o meu pescoço provocando-me arrepios com a tua respiração e com a barba a roçar, pressionas os teus dentes na minha pele. Esta dor. Uma pequena lembrança de como me excita surgiu na minha mente. Senti falta desta dor que me dá vida.
Deslizas a tua mão pela abertura da saia que trago e invades o meu desejo com avidez, fazendo-me contorcer no colo que me deste enquanto aclamo o teu nome!
Um silêncio invadiu a sala assim que atingi o clímax.
Sou invadida por uma paz divina que devolve o brilho ao meu olhar eliminando o medo que outrora espelhava.
Mais calma? Perguntaste. Sorrio e puxas-me para o teu peito.
É no embalo dos teus dedos a afagar os meus cabelos de ouro que recebo o último beijo dessa noite… um beijo terno demorado como nunca havia recebido…

Francesca Bruni

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Tal como a freira, devota ao seu Deus

A tua missão é assombrar-me.
Sou metade desde que me encantaste. Não consigo concluir uma tarefa sem ser interrompida por ti.
Invades-me.
O dia em que me deleitei no teu colo corrompeu a minha mente eliminando qualquer hipótese de poder vir a libertar-me do teu domínio.
Sou tua prisioneira. Livre prisioneira.
Invadiste-me com o teu olhar quente capaz de derreter o ouro e infectaste-me com o néctar que partilhaste nos meus pequenos lábios.
Tal como a freira, devota ao seu Deus, só a ti me entrego por inteira. É por ti que rezo, praguejo, é por ti que anseio e espero, todas as noites, que invadas o meu quarto e faças dele as tuas masmorras para me torturares com o desejo devasso que nos possui.
És charmoso e esmagadoramente masculino, invadiste o meu mundo de sonhos e vieste concretizá-los.
‘Flashes’ surgem como notificações a todos os instantes como se fosse preciso apareceres para te lembrar ‘corres no meu sangue cheio de cor’.
Sinto raiva, desespero e pavor ao mesmo tempo. Irrita-me a forma como naturalmente me fazes sentir Afrodite. No dia que partires, peço-te apenas que não leves esta metade que me roubaste contigo. Não arranques o brilho e o meu fervor do meu corpo, da minha alma. Peço-te.
Estou perdida sabes? Roubaste-me! Amaldiçoaste-me com a tua escuridão e contaminaste as minhas veias.
Descobri também a minha missão. A minha missão é ser corrompida pelo teu mal.

Francesca Bruni

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