aqui a única verdade é que te amo.

Que eu te amo, nunca foi uma mentira. É a única verdade em tudo o que vivemos.
Por te amar, peço-te que rasgues o véu de perfeição com que me vestes.
Se alguma vez o meu olhar te enganou, te trapaceou com doçura, te prometeu ser a mulher que imaginavas ter um dia ao teu lado, então deixa-me dizer-te que não sou.
Não deveria de te ter enganado e talvez devesse ter-te dito mais cedo, mas no meio de tanta mentira a única verdade é que te amo e sempre amei. Quis-te ao meu lado, então fui tudo o que um dia quiseste amar.
Sabes tudo aquilo que um dia sonhaste amar numa mulher? A única coisa que um dia sonhaste e tenho, é que podes amar que eu te ame.
Na verdade, inventei-me para ti. Fui a tua obra para que me pudesses amar, mas desculpa meu amor, aqui a única verdade é que te amo.

Francesca Bruni

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atreve-te a conhecer tudo o que ainda não exploraste

Tu que me queres e desejas, tu que acordas a meio da noite suado por sonhares com a fúria dos nossos corpos e que ficas excitado só de falar comigo, tu que teimas em vão empurrar-me da tua mente e que só sentes o sangue a ferver comigo, estás à espera do quê para me enfrentares?
Admite que és prisioneiro da mulher que se esconde atrás deste rosto de menina, admite o quão feliz és quando volto, e quão saudoso ficas quando me evaporo?
Enfrenta-me!
Obriga-me a ficar como castigo por te conquistar, esfrega a tua pele na minha pele e atreve-te a conhecer tudo o que ainda não exploraste!
Permite-te viver a mulher que te excita e te rejuvenesce.

Francesca Bruni

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és o meu mestre e eu a tua submissa

Pensas o quê?
Que chegas, pões em prática o doutoramento que tiraste em sedução e num estalar de dedos caio a teus pés?
Então, pensas bem!
Assim que te vejo a chegar sinto logo o cheiro a perigo no ar, sorris enquanto caminhas até mim atiras-te à minha cintura, e inicias o teu jogo proibido com frases perversas que sussurras ao meu ouvido.
Pensas o quê?
Que ainda agora chegaste e que és o meu mestre e eu a tua submissa obediente?
Então, pensas bem!
Beijas-me com paixão, tocas-me com desejo, dos teus lábios saem palavras de fazer as freiras rezar 24 horas por dia e capazes de estremecer as minhas pernas.
Pensas o quê?
Que chegas cheio de truques, e eu farei parte da tua lista de conquistas?
Então, pensas bem!
Se pensas que o teu sorriso descarado, o teu olhar desflorador, as tuas palavras carregadas de malícia, o teu desejo imortal, o teu jogo perverso e o teu corpo carregado de suculentas tentações vai me afectar,
então, pensas bem!

Francesca Bruni

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Se me pedires espaço, não to vou dar.

Sentiste? Sei que sim.
Sei que sentiste como as saudades descansaram quando os nossos lábios se cumprimentaram, como a nossa respiração sossegou quando finalmente caímos nos braços um do outro.
A razão levou-te para longe de mim quando o que mais querias era estar perto, e quando digo perto é colado, bem dentro de mim, mas mil e uma foram as desculpas e teorias que arranjaste para não sentires o bem que sentes quando estás ao meu lado. É tão simples não é?
Natural. Como se fossemos cúmplices um do outro desde sempre, como se nos soubéssemos de cor por tantas histórias partilhadas. Mas na realidade não temos histórias, nem assim tantos momentos, temos uma ligação que se sente na pele, que explode no beijo, e nos faz ser amantes apaixonados um pelo outro.
Se me pedires espaço, não to vou dar. Não vais desperdiçar tempo a fugir, vais ficar  bem perto de mim e explodir em mim todo o desejo que em ti desperto, e eu vou alimentar-me do homem apaixonante que és, e deleitar-me com o teu calor contra o meu peito.

Francesca Bruni

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Quando é que lhe vais contar

Quando é que lhe vais contar que depois dos vossos corpos caírem na cama, que é em mim que sonhas te enroscar?
Pergunto-me, será que ela sabe que os seus lindos olhos verdes, na verdade não te seduzem e que o que mais queres é os meus tão normais olhos castanhos a devorar-te enquanto fazemos amor?
Quando é que lhe vais contar que entre os teus dedos são os meus cabelos loiros que queres segurar e não os seus longos cabelos pretos como os corvos?
Será que ela não merece saber que enquanto a possuis transforma-se aos teus olhos na mulher que ela tanto odeia?
Perguntas! Perguntas! Tantas perguntas!
Não ousas magoá-la com a verdade, mas não a estarás a destruir com a mentira?

Francesca Bruni

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Poupa-me.. e a ti também.

Deste cambalhotas, fizeste o pino, malabarismo e até gaita de foles tocaste, tudo para captares a minha atenção.
Falhaste de tal forma no teu espectáculo que arrisco dizer que já nem me lembrava da tua existência até reapareceres como por magia com mais manobras de diversão.
Mas agora o discurso é diferente. É típico de um ‘ressabiado’.
‘Quem perde sou eu’ – dizes! Perdi o quê? O que nunca sequer ponderei achar, liguei ou me importei? Dou-te razão, realmente estou a perder algo, (seja lá o que esse algo for, mas guarda para ti, sim?), já pensaste que talvez seja isso que quero?
Perder-me. Não em ti, porque segundo a tua filosofia, encontrar-me-ia!
E eu quero perder-me, navegar, voar, viajar, andar kms até chegar ao meu destino.
Deixa-me só segredar-te mais uma coisa: Poupa-me da tua conversa barata.
Quando precisar de teorias, filosofias, ou lições de moral, contratarei um bom psicólogo e certamente conseguirei ter uma conversa decente com ele, sobre o que devo ou não devo fazer, ver ou escrever, ter ou escolher, ler ou comer.
Poupa-me.. e a ti também.
Engrandece-te.

Francesca Bruni

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Finge que não queres

Não sei onde estás, mas hoje (só hoje) vou ao teu encalço.
Ah!
Consegues escutar o meu sangue a fervilhar? Quero-te!
Estejas onde estiveres, vou-te encontrar e caçar.
Finge que não me conheces, que nunca me viste e que não conheces o gosto do meu beijo,
Finge que não queres ser a minha presa, e ter o teu corpo debaixo do meu.
Finge, mas finge bem!
Sinto o teu desejo a cantar por mim,
Vou sair de casa, vou em busca de ti, não vou parar para descansar até te encontrar.
De uma coisa eu sei, quando voltar para casa, voltarás comigo.

Francesca Bruni

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Existe um jazz no teu caminhar

Existe um jazz no teu caminhar
uma melodia improvisada a cada passo
um ritmo que seduz
e então toco
pego no trompete e acompanho
a melodia do teu corpo
que se despe
e dança ao despir
aumenta o ritmo
da musica e o cardiaco
falta-me o ar
deixo de tocar
o trompete
toco o teu corpo agora
somos compositores
da melodia do amor
o quarto aquece
está calor
com ritmo sincopado
cavalgam em mim
e qual maestro guio o ritmo
e as pausas
passas do forte ao pianissimo
e explodes num fortissimo
e então silencio
só se ouve o respirar
o tum tum do coração
o corpo que expele
os liquidos da canção
e a paz
que a nossa musica nos traz.

Giacomo Casanova do Bairro Alto Altro…

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o teu sorriso sincero é-me indiferente, mas o teu corpo, o teu corpo quente, põe-me doente

Os teus olhos meigos nada me dizem, o teu sorriso sincero é-me indiferente, mas o teu corpo, o teu corpo quente, põe-me doente, faz arder a minha mente, a minha pele, deixa-me na boca um travo a mel e dentro de mim um desejo ardente, nada inocente, pecador, que sonha ver-te gritar de dor num espasmo e rebentar de prazer num orgasmo. É a tua pele que anseio cobrir com o manto branco, que guardo para as ocasiões especiais, para momentos unicos cheios de magia, o manto branco que te cobriu um dia depois do nosso prazer rebentar ao som do ” some kind of superstar” e que nos deu a certeza que o universo “se uniu para nos tramar”…
As minhas palavras são silêncio, mas o que calo, será sempre transparente contigo.

Giacomo Casanova do Bairro Alto

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Hoje vejo-te com outros olhos,


Hoje vejo-te com outros olhos, vejo a vida de forma diferente e tu tentas perceber o que vai na minha cabeça, o que sinto, se estou perto, se estou longe, tentas perceber este meu modo de falar de amor, de viver o que sinto, sem desculpas, sem limites,livre de consequências, prisioneiro das minhas emoções. Sem futuro,sem passado, só tu e eu lado a lado. Vivendo.Agora.

Giacomo Casanova do Bairro Alto

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