Estes corpos sem nome nao me matam a fome

Era um sabado como outro qualquer,
o barulho das ondas ao acordar
ao meu lado uma mulher
vista para o mar

roupa espalhada pelo chao
quarto com cheiro a sexo
agonia no coraçao
sentimento de uma vida sem nexo

sinto-me pequeno, tacanho
quero expulsar o teu corpo nu
corro, preciso de um banho
sinto o meu espirito vazio, cru

Estes corpos sem nome
nao me matam a fome
corpos estranhos a meu lado
deixam-me mais esfomeado

e entao sei que estou apaixonado
volto a ouvir as ondas do mar
que repetem o teu nome a gritar
por Deus, quanto te quero a meu lado.

Giacomo Casanova do Bairro Alto

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A falta de Amor é a maior das pobrezas
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