Privada de ti, só existo em metades

Desabafos. Não és deste mundo. A tua presença é imponente. Toco nos teus ombros, e descubro que és feito de aço. Os traços do teu rosto são marcados, duros. A dureza do teu rosto faz-me engolir em seco. Perco-me a olhá-lo…
A tua beleza pertence aos céus, mas a tua essência tem o ADN do mais vil dos demónios.
Tinhas razão. És o meu vicio. Todos os minutos do meu dia pertencem-te. Controlas cada respiração do meu corpo, o meu coração bate a um ritmo desatinado, dou por mim a suspirar, perdida em sonhos e memórias, a cada suspiro, suspiro profundo, é como se sentisse o teu toque a queimar a minha pele… é electrizante.
Privada de ti, só existo em metades. Apenas quando tenho o teu calor em mim, é que a minha alma retorna a este corpo que sofre de ressaca, e ambos, rejubilam por este encontro.
Pergunto-me. Será que sentes o quanto eu te sinto? Será que me sentes tanto quanto eu te sinto?
Desabafos…

Francesca Bruni

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