Como se sobrevive, com meia alma?

Quando me deste o nosso primeiro beijo, soube que estava condenada a ser infeliz sem ti.
Hoje, caminho de mãos dadas com o Inverno. Sou cinzenta no sorriso, fria ao toque, tempestuosa na voz, chuvosa no olhar…
Ver, ouvir, cheirar perdeu o encanto. O mundo é tão gelado sem ti.
Estou condenada a ser infeliz sem ti.
Como se sobrevive, com meia alma? Com meio corpo?
Sinto fendas a abrirem-se no meu peito, doí-me o corpo de tanto gritar e implorar pelo teu rosto.. pelo teu rosto perfeitamente desenhado, a aquecer o meu corpo com o olhar…
Sobe as escadas do inferno, e abraça-me ainda com a terra que te separa de mim.
Vem inteiro, traz também o brilho que me roubaste…

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Francesca Bruni

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