para maiores de 19

Viagem de uma mente alucinada, iluminada,amaldiçoada.

Entras nesta sala, lá fora deixas as tuas certezas e seguranças, entras em busca de esperanças, sonhos e ilusões. Trazes vestida uma mini saia preta e camisa branca, sapato de salto alto. Dizes bom dia com a voz a tremer, sabes que tudo pode acontecer, falas, recitas a tua parte, eu em silêncio observo o teu corpo e penso como deus te esculpiu com arte. Tu continuas a lançar palavras com a insegurança tipica da tua idade e com o calor tipico da vontade, vontade de conseguir, vontade de vencer.
Dizes tudo o que tinhas para dizer e concluis com um “faço o que tiver que fazer”
Sentado, convido-te a sentar a meu lado e digo-te que já não ha nada a fazer, com o teu olhar desesperado, sem saber o que fazer, como agir, ficas em sentada em silencio,e eu convido-te por fim a sair. Com o teu corpo de menina com vontade de virar mulher lanças o teu ultimo apelo,” sei que não tenho experiência, mas por ti faria tudo…paciência”. Avanças para ir embora, mas não te deixo sair porta fora, chamo-te e ficas em pé de frente a mim, olho o teu corpo mais uma vez, da cabeça aos pés. Vejo o teu rosto angelical, um olhar infernal, menina na flor da idade, cheia de sonhos, cheia de vontade. Deito-te nos meus joelhos e sem dizer uma palavra dou-te uma forte palmada no rabo, e outra, e outra ainda, levanto a tua saia preta deixando uma tanga branca à vista e duas nádegas vermelhas, dou-te mais um e outro açoite, vejo dor no teu rosto, mas o silêncio revela gosto. Toco a tua tanga branca, sinto-a molhada, é normal estares excitada, baixo a tanga para baixo do rabo e subo a saia para a altura da cintura, dentro de mim alguma coisa fica dura, enfio então um dedo na tua gruta apertada, quente, rosa, molhada, tiro e provo o teu sabor, depois torno a por e continuo a viagem pelo teu corpo, alterno comportamentos romanticos com aqueles de um porco e fodo, fodo até não poder mais, mesmo se do outro lado da porta estão os teus pais. Caloira, bem vinda à universidade, onde sou rei, reitor de toda a virgindade.

Giacomo Casanova do Bairro Alto

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A falta de Amor é a maior das pobrezas
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