as palavras de tantas que são tornam-se supérfluas

Silêncio,
as palavras de tantas que são tornam-se supérfluas
o silêncio esse tem a dose certa
traz o sorriso da ironia
o enigma da fantasia
as chamas do verão
e as lágrimas de inverno
faz gritar os meus demónios
e o olhar é um inferno
fala o meu respirar
silencio que te tira o ar
palpita o meu coração
ouves o ritmo aumentar
e sobe-te a tesão
ou a pressão
e pressionas a calar
tapas a boca tentas sofucar
mas o silêncio é profundo
grita alto as palavras do outro mundo
bailam anjos com os meus demónios
escrevem poetas e os seus heterónimos
falam verdade com tantas palavras surdas
e o meu corpo é um poema
declamado em silêncio
profundo, ardente
capaz de libertar o nosso amor inocente.

Giacomo Casanova do Bairro Alto

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A falta de Amor é a maior das pobrezas
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