e Amar? poucas coisas, pouca vezes, pouca gente… mas tanto que quase rebento.

Não sinto nada. Nada.
Desejo tudo, Tudo
e Amar? poucas coisas, pouca vezes, pouca gente… mas tanto que quase rebento.
Paz? não tenho, ou tenho pouca, vivo num fogo a minha alma dança entre santidade e demónio.
Sono? tenho todo..ou então insónias. Não durmo quando sou santo, perco o sono com tanta luz, tanta calma, tanto amor. E durmo o chamado sono dos anjos quando solto o demónio que há em mim, quando me entrego á luxuria, aos corpos numa esquina, ao sangue que libertam. Durmo tranquilo quando faço os outros pecar. e o que sinto, prazer?… nada, Durmo e acordo num dia novo, sem passado.
Que doce melodia aquela que eu ouvia quando tinha memória, tudo tinha sentido, fazia sentido, era sentido. Hoje é um vazio, que se enche de excessos explosivos e depois vazio de novo. Desejo a memória. Quero-te de volta.

Giacomo Casanova do Bairro Alto

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A falta de Amor é a maior das pobrezas
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