Transformas-me na mulher que desprezo

Olho para ti e ainda não descobri porque tanto me atrais, porque ouvir o teu nome me faz tremer e o meu corpo se dá a ti sem restrições.
Tu e esse teu sorriso deslavado cheio de más intenções são a minha perdição, deixas-me nervosa, perco o raciocínio e a razão porque tu és tudo e mais um pouco do tudo o que não consigo explicar.
Entraste na minha vida mas não vieste sozinho, trouxeste um vendaval de emoções que veio baralhar desorganizar tudo o que sou, o que penso e o que sinto. Aterrorizas-me por isso, deixas-me louca hipnotizada atordoada! Transformas-me na mulher que desprezo, que sempre fugi ser, mas contigo não tenho hipóteses.
Tu és mestre e eu escrava,
eu presa e tu caçador,
tu és coleccionador e eu sou artefacto,
eu papel e tu caneta,
tu és poeta e eu inspiração,
eu mortal e tu imortal.
E neste vendaval de tensão tesão alucinação tu és o meu mar, a minha terra, o meu ar, a minha paz e o meu aconchego. Por isso, tal como a uma flor, planta-me no teu lar e vamo-NOS demorar!

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Francesca Bruni

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2 Responses to Transformas-me na mulher que desprezo

  1. Rudolfo says:

    Enches-me de tesão com os teus poemas

    acordo molhada… com vontade de te ter… na mão… todos os orgasmos líquidos que possas fazer acontecer

    Se visses o estado em que estou

    Ai se os lençóis falassem
    Odores a cio em território de sonhos
    Manchas de humidades reais
    Impressões divinais
    Impregnadas de sensações e sentimentos
    Devaneios
    Insanos prazeres
    Luxúria

    “Entregou-se tanto ao vício da luxúria que em sua lei tornou lícito aquilo que desse prazer, para cancelar a censura que merecia.”
    Esta divina comédia é dantesca

    O paraíso existe onde o jardim da tua alma desabrocha aromas de prazer…
    Inspiras me… vai dar poema…

    O aroma dessa flor, que o teu martírio encerra,
    Se imortalizará, pelas almas disperso:
    – Porque purificou a torpeza da terra
    Quem deixou sobre a terra uma lágrima e um verso.

    Tão belo…

    Se o martírio da flor encerra delírio prazer
    Em toda a terra despida delira a nudez
    Quando o vento desnuda pétalas da flor e a faz endoidecer
    Cora a brisa em pensamento e timidez

    Deus abaixo das estrelas fez coisas de endoidecer, criou flores, entre as mais belas… e a flor mais bela: tu

    És o meu poema…
    … ainda por escrever…

    musa….

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