a tua presença ao acordar irrita-me

Quantas vezes te amei… quase todos os dias, mesmo naqueles em que te odiei.
Desejava-te, queria possuir o teu corpo, ver-te gemer, sentir-te gritar, ver rios de prazer sairem de dentro, ver-te tremer sem forças e depois repugnavas-me, abandonava-te, virava costas, mas assim que batia aquela porta batia a saudade, amava-te de novo e voltava para aquela cama ainda a ferver, voltava de novo com vontade de foder, e fodia, fodiamos até ao infinito, até ao ultimo sangue ao ultimo grito. E tu adormecias no meu peito, e eu amava-te daquele meu jeito. De quem não sabe o que quer mas sabe que te ama mulher, te ama menina, te ama mãe e amante. Mas a tua presença ao acordar irrita-me é nauseante e parto de novo, abandono-te de vez, mas volto por volta das dez, porque um dia longe de ti é tempo demais, e eu desejo-te, desejo as nossas loucuras carnais e entaõ volto, volto para ti, para sempre, volto agora.. mas amanha já sei, torno a ir embora.

Giacomo Casanova do Bairro Alto

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A falta de Amor é a maior das pobrezas
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