vontade de puxar da caneta como quem puxa pelo cigarro

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Nem sempre quando escrevo é sobre um rosto específico, na verdade foram vários os rostos que à sua maneira me marcaram e deixaram de si em mim. Então pego nos vários pedaços de várias paixões que guardei, misturo-os como se pertencessem a uma só pessoa e é para ela que escrevo, um rosto que não existe composto por pessoas reais que não sendo perfeitas deram-me deliciosos momentos de felicidade e quando os juntos, são muitos, são tantos que os escrevo como se seguisse uma receita, 10gr de emoção, 100gr de abraços, uma pitada de sedução e levo ao forno a tesão e  é assim que vou escrevendo pequenos textos.
Nem sempre quando escrevo estou apaixonada, acontece é que ja estive e como tudo o que já vi guardo assim o faço com tudo o que já senti. Converso dentro de mim e quando tenho vontade de puxar da caneta como quem puxa pelo cigarro deixo fluir os vários ‘sentires’ através da tinta e escrevo curtas de paixão, desejo ou saudade!

Francesca Bruni

Posted by sofiarodrigues

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