Capitulos 4/5

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Importa-se que sirva outro copo? Acho que estou a precisar depois de tanta informação.
Que falta de educação a minha deixar uma mademoiselle de copo vazio… Esta garrafa já acabou, respondi-lhe, quer continuar no champagne ou posso sugerir um Borgogne para estarmos mais a tema? 

Não aguento muito bem o vinho mas vou confiar no seu bom gosto ,o champagne era sem duvida do melhor que já bebi.

Um Borgogne …gosto de bebe-lo em ocasiões especiais é um vinho de caracter forte para pessoas apaixonadas como nós, apaixonadas pela vida, pelo trabalho, por este mar… e por uma boa história.

Desci então até á garrafeira, peguei na garrafa e voltei a subir, quando voltei a entrar na sala Sabrina estava de pé, em frente á vidraça que dava para o mar, imóvel, com o olhar no infinito, não deu pela minha chegada, observei aquele corpo frágil de silhueta magra mas com as curvas certas como se fosse um jogo de luzes em contraste com o sol que caia ao longe no horizonte.

Uma vista magnífica não é? Dá-me paz, todos os dias fico imóvel a ver o por do sol nesse preciso lugar…disfrute os pequenos prazeres da vida cara Sabrina todos gostam do por do sol, falam dele como uma raridade, um momento mágico, mas poucos tiram 5 minutos do seu dia para o disfrutar, a magia acontece todos os dias. Basta estar atentos. Vou buscar os copos.

Voltei então com os dois copos, versei o precioso néctar e levei-o a Sabrina que continuava imóvel a olhar o mar…

O que sentiu depois daquela noite? como conseguiu adormecer de novo com ela? porque a abandonou se pretendia voltar?… não percebo.

 

Não vai precisar do bloco de notas? Ou esta pergunta é curiosidade pessoal?

Talvez seja, mas não deixa de ser uma pergunta importante,… sinto uma paz aqui olhando o mar, o sol que se põe o infinito que pode ser tudo ou nada, concordo com o que disse à pouco, sobre as pequenas magias da vida…tento faze-lo.. mas voltemos á entrevista, o que sentiu?

Dirigiu-se então para o enorme sofá branco com o seu copo de Borgogne sentou-se e bebeu um pouco…

Fiz bem em deixar-me guiar, este vinho é sublime..

É um vinho de eleição cara Sabrina mas voltemos a nós…

Só existe um modo de eliminar o Mal é reconhece-lo.

Quando sai do hotel ia decidido a não voltar a não ver mais aquela lunática, psicótica, possuída, demónio ou fosse lá o que ela fosse, mas enquanto bebia umas cervejas no hard rock pensei bem em tudo, de como eu também tinha provocado o seu inconsciente com todos os jogos sobre o sangue. E depois aquela imagem dela com as pupilas super dilatadas, com uma voz diferente e com uma linguagem corporal que eu nunca tinha visto tinham acendido em mim a curiosidade de saber mais, pensei em conhecer melhor o Mal, sabia que era um jogo arriscado, mas decidi voltar para ajuda-la, queria mostrar-lhe quem ela era realmente e faze-la decidir de que lado estar… Nos dias seguintes provoquei-a, provoquei o seu inconsciente. Infelizmente aprendi a um preço caro que quando se olha o Mal directamente nos olhos ele olha-nos directamente também a nós e consegue tocar a mais pura das Almas… quanto mais a minha.

Mas dando uma resposta clara e objectiva a esta distância de tempo digo que senti pena dela por ser afligida por dentro e por ter encontrado alguém como eu pela frente que tinha decidido jogar com isso… fui culpado, mas soube-me bem.

 

Voltei a encher os copos e propus um brinde para cortar qualquer hipótese de novas perguntas a Sabrina.

Um brinde a este dia, uma maravilhosa sexta-feira na cotê d’azur, que seja o inicio de um maravilhoso fim-de-semana.

Conhece Cannes cara Sabrina? Hoje é minha convidada para jantar na croissette continuamos lá esta entrevista.

Já ouvi falar imensas vezes do festival de cinema e de todo o glamour da cidade mas não conheço é a minha primeira vez em França

Vai gostar, tenho a certeza. Tomei a liberdade de pedir ao meu motorista que metesse a sua mala no quarto de hospedes, venha acompanho-a ao seu quarto, aproveito para lhe mostrar a casa, o jardim penso que já tenha visto quando entrou, aqui onde nos encontramos é onde passo a maior parte do tempo, o salão nobre, deste lado temos uma pequena sala de jantar, raramente a uso não gosto da vista acho que tenho que ter o mar sempre presente e ver o jardim não me chega, aqui fica a cozinha, prática e funcional, sou um amante de boa cozinha, assim como de bons vinhos, e ali ao fundo uma pequena casa de banho para as visitas, na cave um pequeno armazém/oficina como preferir chamar e a minha pèrola a garrafeira que visitaremos mais tarde se não se importar , subindo estas escadas tem a área noite, onde todos os quartos tem vista para o mar, este transformei-o em escritório, aqui é o meu quarto e este é o seu, a roupa de cama foi metida hoje, qualquer coisa que precise basta pedir, ao fundo do corredor tem a casa de banho, pode tomar um banho encontra tudo o que precisa no móvel branco e toalhas e roupão no seu quarto espero por si às vinte e uma horas para jantar.

O que devo vestir para jantar?

Tomei também a liberdade de pedir ao meu motorista de passar em Cannes para comprar um vestido para si esta tarde depois de a ter deixado em casa, se achar indicado pode usar esse, encontra tudo no seu closet.

Não devia… mas agradeço a hospitalidade e amabilidade… serei pontual.

Recolhi então ao meu quarto deixando livre a mademoiselle Sabrina. Deitado na minha cama não pude deixar de imaginar aquele corpo que tomava banho ali a meu lado, desejava-a…

 

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Às vinte e uma horas certa Sabrina descia a escada vestida com o maravilhoso vestido vermelho Channel que ficava ligeiramente acima do joelho e justo ao seu magnífico corpo, calçava uns sapatos pretos Dior que combinavam com o seu cabelo escuro, do seu rosto sobressaiam uns lábios carnudos pintados num vermelho tímido de quem se quer fazer desejar sem querer no entanto fazer-se notar, descia a escadaria com uma segurança que eu desconhecia nela, estava linda, memorável. Eu esperava-a no salão com o meu melhor smoking e como não podia deixar de ser com um flut de champagne pronto para brindarmos.

Proponho um brinde!

Disse Sabrina.

Ao meu anfitrião, que seja iluminado para me poder guiar esta noite.

Brindemos, que a sua beleza me ilumine.

 

Cannes por esta altura recebia o festival de cinema e era grande a afluência de pessoas, maior ainda a exibição de luxo entre desfiles de ferraris, limousines, yacths , jogadores de casino, actores, realizadores , vestidos, jóias, é bem mais que um festival de cinema é uma autentica competição entre os mais ricos entre os ricos. Reservei mesa na esplanada que o Hotel Martinez monta todos os anos para o Festival e que acolhe sempre alguns eventos de realizadores mais ou menos famosos. António, o meu motorista, deixou-nos na croisette em frente ao hotel Martinez e seguiu. À chegada ao restaurante fomos conduzidos a uma mesa situada na extremidade de uma pequena ponte, Sabrina olhava ao seu redor maravilhada com toda a beleza daquela baia, as luzes, os mega yates ancorados ao largo, o mar, a temperatura, a lua a luz das velas e todo um glamour no serviço que só a Cotê D’azur sabe oferecer. Decidimos aceitar as sugestões do Chef e assim fizemos um menu á base de mar entre ostras, lagosta, tartare de atum e marisco vário, acompanhado por don perignon cuvee rose.

Acho que nunca tinha estado num sitio tão lindo, sempre ouvi falar no festival de cinema, mas estar aqui no meio de tantas caras conhecidas a jantar… nunca imaginei… obrigado pelo convite, devo admitir que antes de vir ter consigo para esta entrevista estava um pouco receosa, se fez realmente o que dizem acho que é normal e no entanto agora sinto-me segura, sinto que nunca me faria mal. Tinha também outra imagem sua, a de um monstro, um velho, gordo, careca, arrogante, mal educado, violento, sei lá. Estou feliz de estar aqui, e não digo só por motivos profissionais, gostei de como fui recebida, mais uma vez obrigado.

 

Fico feliz. principalmente por não estar careca, gordo e barrigudo.

Jantàmos maravilhosamente bem entre risos, piadas e algumas trocas de opiniões sobre cinema e a vida das estrelas, quando passamos á sobremesa um mille foglie acompanhado de um porto da quinta do noval Sabrina voltou á carga.

Diga-me Pedro estou demasiado curiosa para não falar disso, o que aconteceu depois daquela noite no Sana?

Assim? Sem bloco de notas e sem acabar a sobremesa? Não fique demasiado curiosa Sabrina pode acabar por gostar.

Sexo, Sexo e mais Sexo foi isso que se passou na semana seguinte.

No sábado de manha acordamos e decidimos fazer o check out, apesar de ter reservado quarto para dois dias não quis ficar para dar explicações sobre a casa de banho destruída. Fomos até Belem comer uns pasteis e passear por ali. Depois como nenhum de nós tinha grande vontade de afrontar o assunto da noite anterior decidimos ir até á praia, Marta tinha um ford  preto e fomos até Sesimbra, deitados na areia no meio da multidão parecia-mos um casal normal, mas não eramos, longe disso, começamos com um pequeno jogo de descrever o que faríamos a cada mulher gira que passava principalmente se fosse jovem com ar de virgenzinha, esse jogo passou a uma descrição minuciosa de fantasias sexuais e os dois ficamos naturalmente excitados, como tal disse á Marta, “vamos para a agua quero foder-te lá dentro” e assim foi. Encaminhamo-nos para o oceano eu com os meus calções vermelhos e ela com o seu bikini ás riscas pretas e brancas, mergulhamos demos duas braçadas e aproximamo-nos. Tinha-mos os nossos corpos molhados pela agua gelada do Atlântico mas a ferver por dentro, com carinho mas de forma intensa puxei Marta para mim e beijei-a, ela envolveu os seus braços no meu pescoço e as pernas na minha cintura, tínhamos água pelos ombros, eu estava virado para o areal cheio, beijamo-nos, entre pequenos risos e mordidelas nos lábios e orelhas, segredei-lhe ao ouvido, vou desviar esse teu bikini e vou enfiar-me dentro de ti, dito e feito, não esperei pela sua resposta, ao sentir a minha tesão e o meu calor no meio daquela água gelada a entrar dentro dela, Marta começou a cavalgar, ao inicio devagar mas rapidamente entusiasmamo-nos os dois naquela foda divinal e quando demos por nós tínhamos água pela cintura em frente a uma plateia que fingia não ter visto nada mas que segredava com ar repugnado. Decidimos vir embora, fomos buscar as nossas coisas á areia, secamo-nos, Marta vestiu o seu vestidinho amarelo de praia, pegamos nas nossas coisas e fomos para o carro, deviam ser umas quatro da tarde, estava um calor infernal e um óptimo dia de praia mas como sabíamos que nos tinham visto na água achamos melhor não ficar mais tempo. Á saída de Sesimbra em direcção á A2 existe uma recta enorme que acaba no cruzamento da Lagoa onde têm ou tinha, não sei se ainda existe, o restaurante do virgilio. Uns quilómetros antes desse cruzamento nessa recta ao passar por uma prostituta de estrada, mandei Marta entrar numa estrada de terra batida paralela á estrada nacional ao lado de onde estava sentada a prostituta e mandei-a parar. Ordenei-lhe com um grito que saísse do carro, Marta obedeceu assustada, em pé em frente ao carro disse-lhe, quero foder-te como uma puta e empurrei-a para cima do capot, ao inicio  ofereceu resistência e voltou a meter-se em pé, com força puxei-a para mim levantei-lhe o vestido para cima, rasguei-lhe o bikini , sentei-a no capot de novo e enfiei o meu pau cheio de vontade dentro daquela rata quente. Ela saltava devido ao calor da chapa no seu rabo o que me dava mais tesão ainda e como tal penetrava-a mais forte de modo a faze-la sentar de novo no capot, os camionistas passavam viam a cena e buzinavam, a prostituta olhava e aprovava aquele tratamento, tirei-a então do capot e meti-a de joelhos a chupar-me, com aquela boca quente cheia de vontade não resisti e explodi na boca dela. Voltamos ao carro, Marta continuava excitada e pediu-me para ser eu a conduzir, disse que nunca tinha estado assim em publico que tinha adorado, sentia-se suja mas excitada, seguimos pela estrada nacional e foi a vez dela pegar nas rédeas do jogo, enquanto eu conduzia meteu-se a masturbar-me e a masturbar-se tivemos que parar de novo uns quilómetros mais á frente, desta vez mais escondidos e exigiu que a lambesse, assim o fiz… foi uma viagem longa.

O sexo, não por si só, mas o sexo desviante que explora os segredos mais bem guardados do nosso consciente do subconsciente e do inconsciente foi um dos motores da nossa loucura, foi talvez a união mais sincera que tivemos. Em muitos casos na nossa relação ultrapassamos a fronteira do estranho, do bizarro e entramos no campo do doentio no conceito da sociedade actual.

Por outro lado está provado que cada mudança drástica de regime politico e social é precedida por comportamentos desviantes nos padrões sexuais individuais e a julgar pelo lado escuro da população aquele que tentam esconder mas que arde e os consome por dentro por não os poderem praticar á Luz do dia, revela que o fim dos dias estará perto, espero que sim… que assim seja… pelo menos o fim destes dias, onde somos fodidos a torto e a direito, sodomizados por banqueiros e políticos, violados por patrões, enrabados por juízes e advogados que fazem da justiça cega a sua puta, traídos por jornalistas que penetram diariamente as nossas mentes sem preservativo e que nos infectam com o vírus das mentiras aberrantes ditas como se fossem verdades sagradas, tudo isto aplaudido de pé por uma sociedade voyerista cheia de falsos moralismos.

O Sexo é certamente a ferramenta de Deus mais usada pelo Diabo.

A secretária fode com o patrão porque quer um aumento e porque se sente atraída pelo poder do dinheiro. A actriz fode para conseguir um papel num filme, a modelo fode para ser capa de revista, fode-se para promoções, fode-se para pagar dividas de jogo, fode-se para conseguir um emprego, fode-se em directo na tv porque dá mais audiências e provavelmente dá-te mais votos num reality show qualquer, fode-se por umas gramas de droga, fode-se por convites para festas, fode-se por dinheiro em geral. O Clinton fode a monica porque tem fetishes com secretárias e a monica fode o Clinton porque gosta do Poder, a Bruni faz o frete de foder o Sarkosy enquanto este é Primeiro Ministro mas passa-lhe a tesão apenas este deixa o posto, os ministros chineses são apanhados em orgias e quantos senhores do nosso parlamento fodem uns com os outros?!! Mas no entanto a sociedade critica Berlusconi porque admite que gosta de foder… fode-se para segurar um casamento, fode-se porque não se quer explicar o verdadeiro motivo do atraso da noite anterior, fode-se por mil e um motivos ás vezes, de forma quase ocasional até se fode por Amor.

 

Bebe um café Sabrina? Espero não ter sido vulgar, mas somos ambos crescidos e gosto de chamar as coisas pelos nomes certos.

Ah?… sim sim bebo, desculpe estava ainda a pensar em tudo o que disse.

Porquê as constantes referências ao bem e ao mal a Deus e ao Diabo á Luz e á sombra? Parece-me que a vossa relação foi bem carnal e pouco espiritual.

 

Lá chegaremos minha cara, lá chegaremos. O café é provavelmente a pior coisa na Cotê D’Azur, tem que encontrar italianos ou portugueses para beber um bom café, vamos ter que nos contentar com este feito à francesa, para remediar eu bebo o meu com uma Grappa, quer?

Nunca experimentei, mas venha ela.

Pedi então os dois cafés e as grappas, Sabrina já estava ligeiramente alegre e de minha vontade não iria continuar com a entrevista. Mas Sabrina depois de beber o café bebeu a grappa de uma só vez e voltou á carga, com uma ligeira pitada de ciúme pelo que me deu a entender.

Vamos, conte-me como a comeu de novo nesse dia, imagino que tenham continuado não?

Quer mesmo continuar hoje, não quer deixar para amanha e aproveitar para se divertir nas festas do Festival do Cinema?

Quem disse que não me estou a divertir?

Lembro-lhe que não tem o seu bloco de notas.

Tenho uma óptima memoria e como você mesmo disse esta parte é Sexo, Sexo e mais sexo, portanto imagino que me basta decorar os vários locais onde esteve com essa… com a Marta.

Pois bem… vamos então continuar, mas vamos também continuar a beber, seca-me a garganta.

Pedi então ao nosso empregado de mesa que deixa-se a garrafa de grappa em cima da mesa e que nos deixa-se a conversar.

Ora bem, já que insiste… essa noite fomos para casa da Marta, antes passamos no supermercado para comprar alguns ingredientes e uns vinhos, tínhamos decidido que eu iria cozinhar para ela uma massa siciliana com vários legumes, pimentos, tomates, beringelas, corgetes… Preparei então um jantar romântico que correu muito bem e que serviu para acalmar a nossa adrenalina para além do nosso estomago. Deitamo-nos um pouco no sofá, eu usei o seu pc para controlar uns emails de trabalho que estava à espera e ela via um qualquer documentário na tv, Este documentário mostrava os rituais de uma tribo na Papua Nova Guiné onde os jovens adolescentes tinham que passar um tipo de ritual para passarem a adultos, comum em várias tribos e culturas, mas neste caso em particular o ritual interessou a Marta, reparei que estava atenta á Tv mas não liguei, só quando vi o seu corpo hirto é que me apercebi que este ritual consistia em rasgar toda a pele do corpo destes jovens em pequenos quadrados da cabeça aos pés de modo a imitar a pele do crocodilo, vários jovens morriam entre a dor e claro está a perda de sangue… essas imagens cheias de sangue excitaram Marta que quis saltar para cima de mim e fazer amor, a mim pelo contrário enojaram-me, ou melhor ela ter-se excitado com aquele sangue a escorrer das feridas enojou-me e esse nojo deu-me vontade de aceitar o seu corpo mas trata-lo com nojo, pedi-lhe que se senta-se no sofá de pernas abertas e que se masturba-se para mim assim o fez. Pedi-lhe que me conta-se melhor das violações no art café, mas sem parar de se masturbar, descreveu que na primeira vez tinha um vibrador na mala, esta pitinha não lhe tinha dado bola a noite toda, quando a apanhou sozinha na casa de banho meia bêbeda, mal disposta a preparar-se para vomitar empurrou a porta do compartimento onde estava a pitinha meio sem sentidos, sentou-a na sanita, abriu-lhe as pernas, desviou-lhe as cuecas, tirou o vibrador e enfiou várias vezes com toda a força até sangrar e quando viu sangue só teve vontade de enfiar mais. A outra convenceu-a que era fotografa o que era verdade e ofereceu-lhe a disponibilidade para lhe fazer um book em troca de uma ida á casa de banho, nesse caso usou as mãos, enfiou o pulso.Com estes relatos tive vontade de fazer o mesmo e enfiei a minha mão toda dentro dela com brutalidade, gritou como se alguém lhe arrancasse as entranhas, mandei-a esperar e fui á cozinha, tinha uma beringela gigante no frigorifico, fui busca-la e usei-a como vibrador, senti rasgar a pele vaginal, senti sofrimento na Marta mas continuei até a fazer atingir o orgasmo, nesse momento penetrei-a eu, a cada golpe queria faze-la sofrer, agarrei-lhe então o pescoço para sufoca-la queria privar-lhe de respirar, tirar-lhe o ar, faze-la perder os sentidos, ela veio-se de novo de forma mais intensa ainda e em seguida vim-me eu… depois disso fomos dormir, agarrados, apaixonados.

Desde este dia tudo mudou, passamos a ser cúmplices de fantasias escuras, ela através do sangue eu através de controlar e manipular a sua mente e corpo, sufoca-la era mostrar-lhe que tinha de confiar em mim, assim como eu confiava em adormecer nos braços de alguém que já tinha tentado degolar uma pessoa. Foi essa confiança que fez com que explorasse-mos cada vez mais o nosso lado negro, confiávamos cegamente um no outro e nada era proibido.

 

A Sabrina nunca teve vontade de explorar o seu lado negro?

Quem disse que tenho um? Ou quem disse que alguma vez o abandonei?

Apetece-me dançar, nesta terra há musica?

Pedimos a conta e vamos, sempre quero ver esses dotes de bailarina.

 

Seguimos para o Nikki Beach que se transfere todos os anos a Cannes para o Festival, entra os vários Vip´s do cinema estava a Penelope Cruz e não pude deixar de notar a semelhança entre Sabrina e Penelope.

Sabrina estava visivelmente alterada, a grappa tinha feito efeito e os vários mojitos seguintes no Nikki Beach não melhoraram a situação, dançava a minha frente, olhava-me nos olhos, fixava-me, agarrei a sua cintura e puxei-a de forma suave para mim, aproximou a sua boca até ficar a poucos milímetros da minha e depois virou-se de costas de repente afastando-se, olhou pelo canto do olho e deu um ligeiro passo atrás, que coincidiu com um pequeno avanço meu, encostada a mim, fez-me sentir o seu corpo, e tenho a certeza que sentiu toda a minha vontade de a possuir. Continuamos neste jogo alguns minutos até que Sabrina interrompeu.Tenho a cabeça a andar á roda, acho que vou desmaiar…

  

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A falta de Amor é a maior das pobrezas
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