Capitulo 8

Sabrina estava no seu quarto a tomar um banho, mudar de roupa secar o cabelo e enquanto isso eu preparava o almoço. Desceu quase ao mesmo tempo em que eu terminava.

Espero que gostes de carne, fiz uns bifes grelhados com salada e tomates á provençale.

Carne grelhada com salada são sempre uma óptima solução, adoro.

Almoçámos acompanhados por um bom rosé e um sol relaxante, Maio traz tradicionalmente bom tempo mesmo se ainda não é verão, mas as nuvens ao longe anunciavam que se aproximava uma tempestade como tal depois de almoçarmos sugeri a Sabrina continuar a entrevista dentro de casa, no Salão.

Sentamos-nos no sofá e Sabrina mais uma vez não perdeu tempo, usando um tom de voz distante.

O que se passou depois? Como lidaram com as vossas obsessões?

Dizem que é através da experiência que se aprende melhor e acho que foi isso que fizemos, ou melhor foi isso que o nosso inconsciente nos levou a fazer.

Fomos convidados por uns amigos dela para um jantar, na verdade só ele é que conhecia Marta, já não se viam desde os tempos que Marta vivia em Evora e aproveitaram para fazer o típico jantar entre casais, sem saber se ainda existiam alguns pontos em comum entre eles. Receberam-nos em casa deles, um casal simpático, jovens ,ele um tipo divertido com queda natural para a bebida, de estatura média e cabelos castanhos, ela morena e grávida de sete meses, se não fosse a barriga ninguém diria que estava grávida continuava magra, muito elegante. Moravam numa pequena vivenda para os lados de Sintra com um pequeno relvado e um jardim onde meteram a mesa para jantarmos, ao fundo desse jardim tinha uma pequena piscina e um  baloiço. 

O Jantar foi picanha na pedra e muito vinho verde muralhas de monção, as conversas, aquelas de circunstancia ao inicio, depois passamos aos Mojitos e os temas aqueceram, ele, acho que se chamava Marco mas a esta distância de tempo já não me lembro bem, nunca tinha conhecido esta versão de Marta  com uns seios que explodem dentro daqueles decotes e ficou visivelmente seduzido por aquelas mamas. A sua mulher notou e não conseguiu esconder o ciúme cada vez que falava, Marta adorou a situação e explorou-a, sentou-se ao lado da futura mãezinha e começou a fazer-lhe elogios, o quanto era linda, como estava bem, que adorava a sua pele e nisso acariciava-lhe a barriga, depois dizia a Marco que este era um tipo cheio de sorte em ter uma mulher assim sexy, continuamos a beber mas Marta não abandonava aquela maravilhosa barriga, continuava a acaricia-la e olhava-me… conheci o olhar, sei o que lhe passava pela cabeça, com tanto álcool juntei-me a Marta e passei eu a acariciar a futura mama enchendo-a de elogios enquanto Marta sentou-se ao lado de Marco, meteu-lhe a mão no meio das pernas debaixo da mesa, Marco adorou e começou a olhar Marta cheio de desejo… a futura mommy estava cansada e farta de aturar bêbados por isso explodiu e disse que ia dormir, mas não sem antes deixar um ameaçador “fica com a tua amiga” a Marco… Marco cheio de embaraço seguiu-a, ouvimos discutir. Marco voltou com mais uma garrafa e cheio de desculpas, bebemos mais e as conversas aqueceram, Marta  perguntou a Marco se ainda o excitava e se ele ainda tinha vontade de se masturbar quando a via como nos tempos de escola, Marco ficou sem saber o que responder olhando-me.. Eu continuei, e então Marco? Ficas com vontade de ter a minha mulher quando olhas para ela?.. soltou um tímido “sim”… pois bem disse eu e puxei Marta  para mim, Depois virei-a de costas para Marco e dobrei-a ligeiramente,  puxei aqueles calções amarelos juntos com as cuecas para baixo deixando-a com aquele maravilhoso rabo espetado para Marco, dei-lhe uma palmada, e outra, e outra ainda.. continuei até que aquele rabo já estava vermelho, Marta  contorcia-se a cada palmada e Marco continuava imóvel a ver com as mãos nos bolsos, meti-me por tras de Marta e comi-a á canzana enquanto Marco olhava sentado no jardim da sua casa, olhei-o e disse, Gostavas de a comer?… de novo aquele tímido e irritante “sim”. Vem ordenei, e puxei Marta  na minha direcção, caminhamos os três para a piscina, Marta  e Marco entraram na piscina e ficaram com agua pela cintura, eu fiquei sentado na borda da piscina, mandei Marta  chupar-me de rabo virado para Marco e dei-lhe sinal para  a penetrar , parecia um caniche com o cio coitado, quando Marco estava “contente” mandei-o sentar na piscina e fui eu para tras de Marta , ela chupava-o mas ele já não o tinha duro, então Marta ofendeu-o de tudo e ele imóvel… Perguntei, Marco não achas que ela está a exagerar e quando soltou aquele “sim” mergulhei a cabeça de Marta  debaixo de Agua enquanto a comia por trás com força, quanto mais ela tentava desesperada libertar-se para respirar, mais forte metia o meu pau dentro daquela vagina em erupção e mais fundo mergulhava a sua cabeça debaixo de água, sentia Marta  que lutava com todas as forças para se soltar tentando não afogar depois senti-a perder pouco a pouco essa energia por não conseguir respirar, no momento em que me vim libertei-a, estava quase a perder os sentidos, Marco continuava imóvel, assustado, Marta  abraçou-me e disse-me “sabia que tinhas tudo controlado, sei que posso confiar em ti”.

Olhámos Marco e vimos que adorou, Marta  disse-lhe, com um tom de ordem muito claro, o que me fizeste quero fazer á tua mulher. Marco gaguejou qualquer coisa, mas Marta  não lhe deu tempo e continuou, vais entrar dentro de casa, vais ter com ela ao quarto, deixas a porta aberta e a luz apagada, começas a excita-la depois amarra-a á cama mão e pés, a meio eu vou ter contigo, Marco estava em pânico mas levado pelo que tinha visto,pelo medo, pela vergonha, pela tesão obedeceu sem pensar, entrou no quarto começou a beijar a mulher que o rejeitava ao inicio, primeiro com ciúmes e depois porque dizia que não queria fazer nada com as visitas em casa, mas Marco confortou-a dizendo que já tínhamos saído. Com um pouco de insistência aquela barriguinha sexy acabou por ceder, Marco despiu-a beijou-a e com os lençois começou a amarrar a mulher á cama, a gravidazinha não queria ao inicio e fez algumas piadas sobre estas vontades estranhas terem algo a ver com a visita da sua amiga, mas acabou por ceder á tesão do marido, Marco chupava-lha aquelas mamas que acolhiam o leite sagrado e as suas mãos percorriam a barriga redonda, estavam os dois a ter uma aventura nova, ele a de ser visto em publico com a mulher e ela a de estar amarrada, submissa. Marta entrou devagar e puxou Marco por um pé, este saiu de cima da sua esposa e ajoelhou-se em frente daquelas pernas abertas como prontas para serem vistas por um ginecólogo, ao seu lado estava Marta, que no lugar de Marco enfiou a língua naquela rata prenha e lambeu-a deliciando-se com o sabor, saboreando cada gemido e sentindo o nervosismo de Marco em ser descoberto, Marta enfiou depois um dedo e outro ainda, a gravida adorava, mas não chegava, fez sinal a marco para comer a mulher á bruta e este obedeceu, eu aproximei-me e tapei a boca da mulher por uns segundos, Marco fodia-a de forma intensa, ela com a dificuldade de respirar junta com a sensibilidade da gravidez sentiu-se em extase com a sensação de várias mãos no seu corpo teve um orgasmo brutal, gritou de tal forma no mesmo momento que tirei a mão da sua boca que nem sentiu o pequeno corte que Marta  tinha feito no seu pescoço, quando veio a si a grávida sentiu de novo as várias mãos e bocas percorrerem o seu corpo, assustada tentou libertar-se e sentiu Marta  que lhe lambia o sangue que escorria, Marco não sabia o que fazer, acendeu a luz… e a Luz foi Sombra para aquela grávida inocente que pensando de estar na intimidade com o seu marido atingiu o seu maior orgasmo na escuridão do sexo estranho e abstracto… olhava-nos assustada e nós não sabíamos bem o que dizer, então Marta  disse, o teu marido chegou ao jardim depois de te deitares e fodeu-me, bateu-me e tentou-me afogar junto com o meu marido, no fim disse-lhe que se me fez essas maldades a mim teria que as fazer a ti e ele concordou… A gravida, que escorria esperma da vagina e sangue do pescoço perguntou se assim foi e Marco soltou o seu habitual e irritante “sim”…Marta  confortou-a lambendo e chupando o Sangue que escorria e eu penetreia enquanto a soltava, aquela barriguinha estava excitada e quis mostrar ao marido como podia ser uma puta como as suas amigas, sentia-se suja mas não parava de pedir mais…Marco sentou-se a ver a sua mulher ser devorada pela nossa escuridão.

 

No dia seguinte não falamos do que tinha acontecido, mas ambos sabíamos que só abriu o apetite.

 

Eu continuava a reviver o corpo de Marta a apagar-se sem ar enquanto a penetrava na piscina, continuava a sentir aquele corpo estranho de mulher grávida a lutar para respirar e não conseguia evitar de ficar com tesão cada vez que me lembrava que no momento em que arriscavam de ficar sem ar tinham atingido um orgasmo intenso, pensava que no fundo elas adoravam ter alguém que as fodesse enquanto decidia pelas suas vidas, era como se fossem fodidas por Deus em pessoa com o poder de vida e da morte.

Não sei o que pensava Marta, mas dois dias depois disse, quero mais, quero ir mais longe.

O que se passou depois?

Decidimos fazer um ritual como tinha descrito “Ba’al” mas sem matar ninguém, pelo menos esse era o plano original. Reservamos um quarto no hotel Sana em Sesimbra e convidamos para jantar uma amiga de Marta  meio alternativa para ser o nosso primeiro ensaio, durante o dia preparamos o quarto, velas brancas em circulo ao redor da cama branca, uma cruz invertida em pétalas de rosa sobre a cama 4 algemas ligadas duas á cabeceira e duas aos pés da cama e 3 calices de prata, tudo estava pronto… chegou a sua amiga, Ana, jantámos no restaurante do hotel uns maravilhosos bifes com molho de menta regados com 4 garrafas de tinto granja amareleja, com uma magnifica vista para o intenso oceano, rimos e flirtamos entre os três, comemos uma mousse de chocolate e uns morangos com chantilly, seguidos de café e de uma licor de hidromel e por fim subimos para o quarto.. Marta  tomou as rédeas com a amiga, disse-lhe despe-te quero ver o teu corpo nu antes de propor um brinde especial, Ana despiu-se, Marta  fez um pequeno corte no seu pulso e deixou cair algumas gotas de sangue dentro de cada um dos 3 calices, depois disse a Ana de fazer o mesmo… Ana levantou o braço meio confusa mas excitada, Marta  desferiu um pequeno corte e versou o sangue eu enchi os 3 calices de prata que continham as gotas de sangue com vinho, erguemos os copos e brindamos a “um novo inicio”… bebemos… depois de uma troca de beijos entre nós Marta  empurrou a Ana para a cama, com as algemas ligámos Ana, assim que a penetrei quis sufoca-la, Ana assustada tentava sair não conseguia gritar com a minha mão na sua boca, Marta  fez-lhe um corte no baixo ventre e chupava-lhe o sangue enquanto me via penetrar a sua amiga.. Ana perdia sangue, não respirava e começava a perder as forças, a única coisa que a mantinha acordada era a adrenalina daquela estranha forma de sexualidade misturada com uma grande dose de medo, começou a perder as forças, desmaiou… em pânico tentámos reanima-la, felizmente com sucesso… Ana foi embora, nunca mais a vimos, nós ficámos em silêncio, frustrados, revoltados, desapontados por termos falhado, por ter sido ridículo, quase infantil como dois putos que tenta fumar a primeira ganza e deixam cair tudo ao enrolar e então desistem para voltar a fumar tabaco… Durante dias não nos falámos nem nos vimos sequer, não suportava-mos a ideia de enfrentar o que tínhamos feito, sentíamos-nos falhados e incapazes de ir até ao fundo na nossa loucura.
  

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A falta de Amor é a maior das pobrezas
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