capitulo 10

Abri um bom vinho tinto, desta vez Italiano, Chianti, sentado no sofá, abri o bloco de notas de Sabrina e comecei a escrever… decidi que iria contar-lhe toda a história, mais tarde pensava no modo de enviar-lhe o seu bloco de notas.

Escrevi então com a maior imparcialidade possível aquilo que aconteceu nos meses seguintes:

Ficámos cerca de duas semanas sem nos falarmos, nesse tempo eu fui ao porto e soube mais tarde que Marta ficou sem sair de casa essas duas semanas, deprimida, doente, possuída. Quando finalmente atendi as suas chamadas disse-me que não aguentava que tinha de me ver. Voltei a Lisboa nesse dia, fui ter com Marta a casa, ao entrar, o cheiro a comida podre enojou-me, Marta aquela magnifica mulher do deserto estava reduzida a uma sombra do que era, suja, com a casa escura sem entrar luz, janelas fechadas, restos de comida espalhados, vivia nas trevas, os seus cabelos longos e ondulados estavam oleosos, a sua pele branca, as roupas eram as mesmas que tinha usado a ultima vez que a vi e a julgar pela aparência não as tinha tirado desde então, no meio daquelas escuridão o seu olhar iluminou tudo ao cruzar o meu, beijamos-nos como na primeira vez naquele aeroporto, deitei-a na mesa da sala, afastei os resto de comida e fizemos amor, apaixonado , meigo, cheio de Luz para afastar aquelas trevas. Liguei então para  Alina uma mulher ucraniana que limpava a casa de Marta ocasionalmente e pedi-lhe que viesse de urgência, acedeu, quando Alina chegou Marta estava ainda perdida num banho restaurador de paz, eu entretanto tinha deitado fora todos os restos de comida. Alina devia ter cerca de 35 anos, loira, com um corpo firme e um rosto de traços fortes mas bonitos e uns profundos olhos azuis. Marta saiu da casa de banho com um roupão branco enrolado ao corpo, encontrou todas as janelas abertas e a casa cheia de Luz, a Luz forte das três da tarde de verão em Lisboa, sentou-se a meu lado no sofá e encostou os cabelos molhados no meu peito, aquele perfume está na minha memória ainda hoje, levantou-se e pediu que a seguisse, acompanhou-me à casa de banho e sugeriu-me de tomar um duche, assim fiz, despi-me Marta beijou-me e eu entrei dentro da banheira, Marta deixou-me só, coisa estranha, normalmente gostava de ficar a ver-me… quando acabei o meu banho enrolei também eu por minha vez um roupão branco e fui ao quarto onde Marta (pensava eu) tinha deixado a minha roupa, ao ver que não estava roupa no quarto fui à sala, Alina limpava o pó em cima dos móveis, vestia uns calções verdes curtos e justos e uma t-shirt de manga cava branca, Marta sentada no sofá enrolada ainda no seu roupão tinha decidido de ficar a ver Alina, naquele bailado das limpezas, enquanto com uma mão enfiada dentro do roupão se masturbava escondida, quando me viu chegar disse-me “vem, junta-te a mim” e sentei-me também eu a seu lado, Marta encostou-se a mim e enquanto o seu perfume invadia os meus sentidos a sua mão que até então a masturbava invadiu o meu roupão e passou a masturbar-me a mim. Comecei também eu a observar o bailado de Alina aquele sobe e desde da cadeira, aquele rabo escondido debaixo dos calções verdes, sentia-me cada vez mais excitado com a situação, a mão de Marta que me masturbava e Alina que bailava nas lides domésticas sem saber ser alvo de atenção especial, de tal forma estava excitado que nem reparei que Marta propositadamente já tinha aberto o meu roupão e o seu também expondo assim o nosso segredo, masturbava-me e masturbava-se de roupão bem aberto, o inevitável aconteceu, o bailado de Alina teve um “plie” ao descer da cadeira seguido de uma mudança de direcção e Alina passou então de protagonista de um bailado sem saber de o ser, a espectadora de um filme que nunca desejou ver. Ao ver tamanho espectáculo Alina ficou bloqueada, não sabia o que dizer nem o que fazer, ficou petrificada, Marta que por sua vez continuava a masturbar-nos disse “continua a limpar”, Alina não ouviu, ou simplesmente não se mexeu, Marta levantou-se e eu aproveitei para me tapar com o roupão, aproximou-se de Alina, meteu uma mão na nuca de Alina e puxou a sua cabeça contra si e voltou a ordenar gritando “continua a limpar sua puta”, Alina não se mexia, não reagia, estava em pânico, Marta arrastou-a então para a minha frente e desta vez gritou, acompanhando o grito com um empurrão a Alina: “ajoelha-te”. Alina caiu de joelhos em frente ás minha pernas, Marta, sempre com a mão na sua nuca usou a outra para tirar o roupão de cima de mim e encaminhou a cabeça de Alina em direcção ao meu pau, Alina abriu a boca no momento certo, e guiada pela mão de Marta fez-me um broche divinal, Marta puxou-a então pelos cabelos e meteu-a de pé, Alina continuava sem dizer uma palavra, Marta olhou-a nos olhos, acariciou-lhe o rosto com uma palavra meiga, o que quase fez sorrir Alina, beijou-a com carinho e de repente deitou-se com as duas mãos á t-shirt de manga cava de Alina rasgando-a em pedaços, aquele meio sorriso de Alina transformou-se em lágrimas abafadas, que pioravam com os gritos histéricos de Marta “despe-te sua Puta, já” Alina de t-shirt rasgada, com o sutien fora do sitio deixando uma mama de fora a chorar sufocada tirou então os calções verdes. Ficou de pé imóvel, perdida no seu choro, de cueca e sutiem branco com a sua mama de fora, não grande mas redonda com o bico arrebitado. Marta girava á sua volta como uma louca, chamava-lhe de tudo, “sua puta, a chupares o pau do homem das outras… vádia… agora vais ver como vais pagar sua puta” pegou então de novo em Alina pelos cabelos e arrastou-a até à mesa, debruçou-a e baixou-lhe as cuecas, enfiou um dedo dentro da rata de Alina e lambeu-o, depois baixou-se e lambeu Alina que gemia, levantei-me, puxei Marta pelos cabelos e fiz com que me chupasse a mim, ao ver aquilo Alina levantou-se como que a pensar que tinha acabado a sua parte neste filme, larguei então Marta, empurrei violentamente Alina contra a mesa e enfiei o meu pau dentro dela uma e outra vez enquanto lhe puxava os cabelos, em seguida levei-a para o quarto, deitei-a na cama, acariciei-a, beijei-a, acalmei-a e Alina começou a sentir-se mais calma, perguntei-lhe se tinha gostado, encolheu os ombros, perguntei se gostava de repetir, voltou a encolher os ombros, fiz-lhe uma festa no rosto, lenta, de tal forma que ao passar perto da sua boca um dos dedos percorreu os lábios de Alina, a sua boca abriu ligeiramente e dei-lhe o meu dedo a chupar, tirei o dedo e chamei Marta, agarrei suavemente Marta pela nuca e aproximei a sua boca daquela de Alina, beijaram-se calmamente e mutuamente, Alina agarrava Marta tocava-a, desejava-a. Marta percorria todo o corpo de Alina com a sua boca, Chamei Alina para perto de mim e disse a Marta para ir à cozinha, Alina estava deitada e eu comecei a penetra-la deitado em cima do seu corpo quente, parecia-mos apaixonados e talvez estivéssemos. Eu, pelo que se iria passar ela, pelo que tinha acontecido,a paixão pode ter várias formas e rostos. o momento pode ser mais apaixonante que a pessoa em si. Neste clima de paixão Marta entrou de novo no quarto, apagou a luz enquanto eu penetrava Alina, aproximei as minhas mãos do seu rosto, quando ouvi um grito estridente de Alina apertei-lhe então com força o pescoço, penetrava-a intensamente, sentia o seu corpo a lutar, a vibrar, senti o seu orgasmo intenso e depois lentamente o seu corpo a desligar, acendi então a luz ainda com um erecção maior e vi Marta cheia de sangue que lambia dos pulsos de Alina que sanguinavam depois de os ter cortado enquanto eu a penetrava, escorria sangue pela boca ajoelhada com o pulso daquele corpo inanimado nas suas mãos, aproximei-me, enfiei o meu pau na sua boca ensanguinada e Marta chupou-me até ter o meu esperma misturado com o Sangue de Alina na sua boca. Nunca a vi com um olhar tão feliz.

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A falta de Amor é a maior das pobrezas
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