Capitulo 12

O cheiro intenso e nauseante tornava-se insuportável, estavam habituados a ciclos de mau cheiros daquela vizinha quando se fechava em casa durante dias, mas nada como este cheiro, tinha passado uma semana desde que Alina tinha sido abandonada naquela cama, em Paz, com o olhar feliz.Os primeiros policias a entrar não conseguiram aguentar o vómito, deram de caras com um espectáculo que estavam habituado a ver só nos filmes de Hollywood, rapidamente chegaram ao nome de MARTA  e mais rápido ainda emitiram um mandato de captura em seu nome com fotografia em anexo para todas as esquadras de policia.

 

Durante essa semana visitámos algumas aldeias dos pirinéus franceses, dormimos em pequenas quintas de turismo rural, pagávamos sempre em dinheiro e com a nossa capacidade de persuasão facilmente fazíamos com que os proprietários não insistissem em ter os nossos documentos sem grande dificuldade nem levantar suspeita. Numa dessas quintas um francês de nome jean , cerca de 50 anos, de ar rude , gordo, tinha uma pequena produção de trutas e convidou-nos a visitar, passamos o dia a pescar, a beber vinho das quintas da região e a petistar o “jabon” que jean dizia ser o melhor porque os seus porcos eram espanhois e porque era ele que os matava, gostava de os ver sangrar, sentia que os porcos sabiam que faziam parte de um plano maior, alimentar o estomago dos homens como ele… pensei que também Alina foi a nossa porca e que serviu a alimentar o nosso ego.

Marta provou pela primeira vez fois gras e riu-se ao saber que era fígado “lembra-me o filme silêncio dos inocentes, acompanha bem com chianti” dizia enquanto se perdia a rir. Nós já tínhamos metido o nosso plano em prática e faltavam apenas três dias para começar o banquete.

Na Sexta feira pela manhã seguimos de autocarro com as nossas mochilas ás costas de uma pequena aldeia perto de Mendione em direcção a Lyon.

Fizemos o check in no hotel Sofitel Lyon Bellecour por volta das 13 horas, pagámos mais uma vez em dinheiro depois de uma pequena encenação que nos tinham roubado a mala dos documentos e com a promessa que entregaríamos a copia da denuncia que iriamos efectuar na gendarmerie, mas a verdade é que depois de ter o dinheiro na mão ninguém quer saber como te chamas, de onde vens, para onde vais, o que fazes, pagas e nem se lembram de ti, mas se não pagares serás inesquecível.

subimos ao quarto deixamos as malas e saímos imediatamente, tínhamos um plano para o fim de semana e tínhamos que ser rigorosos.

Lyon recebia durante o fim de semana o Interfilière , salão da lingerie e beachwear e nós tínhamos publicado um anuncio online a pedir modelos para esse evento dizendo que uma das nossas modelos tinha que faltar no domingo e precisávamos de alguém para a substituir, inventámos uma empresa fictícia e o casting era numa das salas do hotel onde estávamos hospedados no dia seguinte, sábado ao inicio da tarde.

No tempo que ainda nos restava da tarde de sexta feira tínhamos que tratar de tudo o que faltava, comprar lingerie para as modelos experimentarem no casting, imprimir alguns cartões de visita falsos para dar um ar sério, comprar telemóveis e cartões recarregáveis e não identificáveis, encontrar um local para o banquete de domingo, conseguimos fazer tudo ainda que encontrar o local não foi tão fácil como tínhamos pensado, mas no fim lá conseguimos alugar um pequeno apartamento na parte antiga de Lyon, tínhamos tomado todas as precauções para não ser reconhecidos nem identificados em lado nenhum. Tínhamos agora diversas horas até ao casting do dia seguinte e estávamos numa cidade nova, decidimos sair para conhecer.

As 20 horas depois de um bom banho saímos do hotel para a baixa de Lyon, Marta  com uma mini saia de ganga e um top rosa, eu jeans e camisa branca. As ruas estavam cheias de jovens que se preparavam para mais uma noite de loucura, quanto seria fácil banquetearmo-nos aqui assim que o álcool começasse a fazer efeito nestes inconscientes cheios de vida. Jantámos carne grelhada numa esplanada acompanhados de um bom champanhe, depois fomos a um bar e decidimos entrar como desconhecidos, primeiro entrou Marta e sentou-se ao balcão, ia pedir uma bebida mas rapidamente foi abordada por um tipo a oferecer-lhe bebida e companhia, e que esperava ter direito a algo em troca daquele copo, MARTA  sorria mas lançava charme para o ar, em nenhuma direcção em particular, gostava de ser vista de ser o centro das atenções…

Mas não serão todas as mulheres um pouco exibicionistas!?

No fundo o que as irrita não é o olhar tarado e obsessivo dos homens, mas sim esse olhar não ser dos homens que elas querem, porque quando captam o olhar de quem querem só desejam que esse olhar seja tarado sempre e para sempre.

Mesmo se era cedo e a pista ou aquilo que poderia vir a ser uma pequena pista de dança estava quase vazia, Marta  levantou-se com o seu copo e dançava como se ninguém a tivesse a ver, foi rodeada por três homens, amigos que timidamente se aproximavam a tentar a sorte, Marta  flirtava com eles e gostava, entrei no bar meia hora depois, Marta  bebia animadamente com o grupo de três amigos encostados ao balcão passei perto deles e troquei um olhar cúmplice com ela, sentei-me da outra ponta do balcão e pedi um gin tonic que bebi tranquilamente enquanto via os três amigos numa dança de cortejamento á volta de Marta , os homens assim como os pombos também incham as penas para parecerem maiores do que aquilo que são aos olhos de quem tentam seduzir, as penas nos homens podem ter várias formas às vezes um bom carro desportivo, outras jóias caras, um corpo musculado, uma profissão importante, mas raramente querem mostrar a sua alma, o verdadeiro eu.

Entraram duas miúdas que deviam ter cerca de 20 anos no máximo e que se sentaram perto de mim, tinham bebido bastante e contavam os trocos para pedir outra bebida, perguntei o que queriam, e pedi por elas, dois gin fiz, brindámos, bebemos. Marta estava de novo no meio da pista rodeada pelos seus três novos amigos que se aproximavam cada vez mais da sua mini-saia, eu levantei-me e convidei as minhas novas amigas a virem dançar, aos poucos eramos um grande grupo, eu e as minhas amigas Marta  e os seus amigos, perguntei mais tarde se queriam beber e mandei vir uma garrafa de gin para uma mesa onde nos sentàmos todos, tivemos uma conversa de ocasião os primeiros minutos mas rapidamente Marta  num francês escolar perguntou ás meninas qual dos seus amigos achavam mais giro, a resposta foi unanime e Marta  agarrou Alain e beijou-o ardentemente na boca, Alain ficou sem respiração seja pelo beijo prolongado que pela surpresa do próprio, acho que os homens têm um medo terrivel de uma mulher que tomam as rédeas do jogo, não só Alain como os seus amigos ficaram mais tímidos com aquele beijo, assim que o largou, Marta  perguntou aos seus amigos qual das duas amigas é a mais gira, responderam timidamente mas chegaram á opinião que a morena magra e baixinha batia a loira alta vistosa mas formosa em excesso, Marta  olhou a pequena Marie directamente nos olhos e aproximou-se para beija-la, Marie aproximou-se de Marta , mas Marta  não a beijou, pegou na sua mão e enfiou dentro da sua mini saia de ganga, a pequena Marie ao contrário de Alain não ficou tímida, enfiou um dedo dentro de Marta , tirou e meteu na boca em frente a todos, depois soltou um vamos dançar?

Ao 20 anos todos somos sedentos de novidade e ardemos por dentro em busca de experiências novas que satisfaçam o nosso desejo sexual, sempre foi assim, antes explorávamos tudo no segredo dos Deuses mas actualmente é preciso juntar uma vertente de voyerismo/exibicionismo, a exploração desses desejos só é real se partilhada nas redes sociais só assim se explica tantas fotos em poses a chamar a sexualidade na publicidade, na televisão e nas redes socias.

Fomos todos dançar eu beijei Marta  na pista e disse-lhe vamos, quero-te, vamos para o Hotel.

Acordámos no sabado por volta das 10:00 mandàmos vir o pequeno almoço e fizemos amor, quando bateram á porta mandamos entrar o empregado, Marta  cavalgava ainda em cima de mim, entre as desculpas do empregado Marta  ria e dizia merci.

Tomámos banho, comemos e preparamo-nos para a primeira fase do banquete, tínhamos seleccionado 10 modelos para virem ao casting, que entravam uma a uma, falavam delas, depois despiam-se desfilavam em lingerie, deixavam o seu contacto e nós mandávamos embora dizendo que entraríamos em contacto para se manterem livres. A sétima candidata foi amor á primeira vista, sabíamos que era ela, uma senegalesa, negra de olhos pretos, corpo magro, rabo empinado, peito maravilhosamente firme, transpirava sensualidade, disse-nos morar sozinha e ter a família no senegal, tinha 19 anos, era perfeita, perguntamos se tinha falado com alguém deste casting disse que não. Marta mandou-a vestir uma cueca branca e adorou, já não se continha nela. A nossa modelo senegalesa chamava-se Louise, disse a Louise que ainda faltavam ver outras candidatas mas para ela ter atenção ao telefone porque provavelmente ainda lhe ligava hoje se fosse escolhida para jantarmos e combinar os últimos detalhes para o trabalho de domingo, vimos as ultimas três candidatas sem interesse e subimos para o quarto por volta das 16 horas, ás 18 liguei a Louise.

O jantar foi as 21 num restaurante japonês, sushi e bom vinho, falamos de alguns detalhes do falso trabalho e fizemos promessas de que seria a nossa modelo oficial a partir de agora, enchemos de tal forma o Ego de Louise com as nossas sombras camufladas de elogios que no fim do jantar sentia-se uma noemi campbel ,quando o vinho já falava mais alto e Louise já estava com o seu egocentrismo satisfeito convidamos louise a vir beber um copo ao nosso apartamento, coisa que naturalmente aceitou. É impressionante o que as pessoas fazem se tocares os pontos certos do seu Ego, Louise parecia uma miúda ajuizada, estudava ciências politicas na universidade do sacro coeur, trabalhava numa loja de roupa e fazia trabalhos de moda para ganhar mais algum sempre que conseguia, não namorava, era uma muçulmana crente, ajudava a família mandando dinheiro todas as semanas para o senegal, a menina exemplar mas bastaram alguns elogios, um bom vinho num restaurante caro junto com a promessa que seria a nova top model e tudo cai por terra.

Se venderes a ilusão que os outros procuram podes ficar tranquilo porque mesmo sabendo tratar-se de uma ilusão estão dispostos a dar-te tudo em troca.

Entramos neste pequeno apartamento, uma sala, um quarto, cozinha e casa de banho, pequeno mas bem decorado e preparado antecipadamente por nós, ao entrar encontramos a Sala ilumidada por velas e com uma garrafa de vinho tinto e dois copos para dar a ilusão que não foi planeada a vinda de Louise a esta casa, disse vou buscar um copo á cozinha, Marta  tratou de instalar Louise no Sofá, Louise vestia um vestido dourado curto , Marta  descalçou-se e convidou Louise a imita-la, cheguei com o terceiro copo, enchi os três copos e brindámos, Marta  fez o Brinde, “que seja o inicio de tudo o que desejamos”, bebemos.

Marta perguntou a Louise se sabia porque a tínhamos convidado para a nossa casa e estava realmente disposta a ser a nossa modelo principal, Louise respondeu que sim, que estava disposta e que imaginava o motivo do convite. Sentei-me no meio das duas no sofá e ordenei a Louise que se metesse de pé em frente a nós, obedeceu, disse-lhe para tirar o vestido, obedeceu sem pestanejar, ficou de cueca branca e sem sutien que não usava naquela noite. Levantei-me e Marta  imitou-me, aproximamo-nos de Louise, as nossas bocas e mãos percorreram o seu corpo negro, quente e perfumado como um bom chocolate suíço tocando-se ocasionalmente, sentei então Louise no sofá e pedi a Marta  que a masturba-se sem tirar a cueca branca, queria ver as cuecas brancas molhadas coladas ao corpo negro, clau masturbava-a enquanto eu me masturbava a ve-las, as cuecas brancas molhadas mostravam o quando estava excitada Louise, afastei Marta , tirei-lhe as cuecas, afastei os lábios pretos daquela rata para florir uma rosa quente húmida e viva que lambi e chupei, Louise limitava-se a gemer e a contorcer-se Marta  deitou-se no Sofá abriu as pernas e pediu a Louise que a lambesse, Louise levantou-se e dobrando-se obedeceu e lambeu Marta  com o rabo virado para mim, Enfiei o meu pau a rebentar de tesão dentro dela e o calor que senti foi indescritível, as paredes quentes daquela rata negra por fora e rosa por dentro colavam-se ao meu pau como ventosas numa sensação de prazer total, fizemos amor os três, Louise teve prazer sentia-se no seu corpo o quanto estava a gostar, tomou inclusive por alguns minutos as rédeas do jogo mostrando um lado selvagem a cada um de nós. Vem Louise tenho uma surpresa, levei-a junto com Marta  para o quarto onde uma grande cama com um edredon branco nos esperava, rodeada por um circulo de velas e com pétalas de rosas que desenhavam uma cruz invertida, ao lado da cama uma garrafa de vinho e três cálices de cristal, um saca rolhas e um pequeno punhal de prata que tínhamos comprado numa loja de antiquado. Em pé abri a garrafa de vinho e enchi os copos, Marta  pegou no Punhal e fez um pequeno corte num dedo de forma intencional mas que pareceu um acidente, a brincar chupou o dedo e deu-o a chupar a Louise, “tenho uma ideia” disse Marta , “Vamos selar este dia para a eternidade” e versou algumas gotas do seu sangue nos três copos, pediu a mão de Louise para fazer o mesmo pequeno corte no dedo e Louise acedeu, segui-me eu, brindamos com o nosso bom vinho misturado com algumas gotas do nosso sangue.

Deitei Louise em cima da Cruz invertida de rosas, deitei-me em cima do seu corpo quente e penetreia, agarrei-lhe o pescoço de forma leve e MARTA  sussurrou-lhe aos ouvidos, “bem vinda ao nosso reino princesa de luz” apertei-lhe o pescoço para a privar de ar, Louise tentava soltar-se e isso dava-me mais prazer ainda, Marta  cortou-lhe o Pulso e chupava selvaticamente o sangue, aquele corpo quente lutava para se soltar, mexia aquela cintura e de consequência aquela rata até que atingi o orgasmo, o meu leite escorria naquela pele negra. No momento que o seu corpo parou, fiquei deitado a sentir o corpo arrefecer enquanto Marta  lambia aquele sangue., vem, deitei Marta  em cima de Louise, “sente o corpo arrefecer”, enquanto isso penetrava Marta , Mas ela não estava satisfeita e enfiou outra punhalada desta vez no pescoço de Louise mas não teve o resultado , não sangrava, não o quanto ela queria e chorou.

Deixamos Louise na sua cama, na sua Paz, aquele corpo negro em harmonia com a claridade da Luz que simbolizava o edredon. Tomamos banho, trocamos de roupa, e saímos depois da limpeza planeada. No hotel Marta  não parava de chorar, não estava feliz, não tinha gostado não tinha sido especial, nada, “foi horrível, não foi paixão, não foi loucura, fomos dois simples assassinos, banais homicidas”.

Percebi então que entramos num caminho sem volta, a loucura depois de cometida não pode ser repetida pois torna-se banal, a nossa não era uma loucura patológica de uma falta qualquer de capacidade raciossionar, pelo contrário essa capacidade de raciocínio era de tal forma evoluída que para satisfazer a nossa loucura tínhamos que satisfazer primeiro as nossas mentes refinadas e requintadas mentes que amam tradições mas odeiam repetições e daqui para a frente tinha que ter isso em mente sob o risco de a insatisfação gerar uma frustração tal que um de nós para alimentar a loucura cometa um erro ou uma desgraça, o erro levaria ao nosso fim através da nossa captura quando não somos sequer procurados a desgraça levaria ao nosso fim físico, morte. Percebi também que a frustração de Marta  aumentava via de novo o seu corpo firme com olhos negros que me fixavam sem voz. Vem disse-lhe, não faças perguntas, confia em mim e obedece.

Seguiu-me mas não sei se o fez por confiar em mim ou por querer ter-me por perto quando a sua frustração rebentasse. Eram cerca de duas da manha num sábado á noite, apanhamos um táxi até á baixa de Lyon, todos os bares estavam cheios, mas pouco importava, entramos no primeiro, um local cheio de putos entre os 18 e os 20 anos, em poucos minutos identifiquei o alvo da noite, um miúdo, ruivo, com sardas, fui ter com ele enquanto deixei Marta  no Balcão, “gostavas de foder aquela cota?! vai ter á casa de banho dos homens daqui a 5 minutos”.

Levei Marta  á casa de banho dos homens, empurreia com força para a sanita o chão era um misto de urina e vómito e o cheiro degradante, obriguei-a a sentar-se e meti o meu pau de fora, “chupa-me enquanto esperas pela tua surpresa”, o menino ruivo das Sardas entrou e viu Marta  que me fazia um broche, ia voltar para trás mas chamei-o, “vem cá, tranca a porta” obedeceu, “baixa as calças e mete-o na boca desta puta” o menino engraçado de cabelo cor de fogo e cheio de sardas estava com a tesão ao maxímo e enfiou o seu pau na boca de Marta , eu empurrava a cabeça de Marta  de tal forma contra o pau do puto que lhe provocava vómitos, ela tirou a boca, dei-lhe um estalo e voltei a obriga-la a chupar, vomitou e o seu vomito juntou-se ao já existente no chão dando-lhe um cheiro mais repugnante, o puto estranhamanete adorava e deu-lhe também ele um estalo, meti-me atrás do puto a observar e pensei que um dia seria um cabraozinho com as mulheres, seria… desferi um golpe limpo e rápido com o punhal de prata no pescoço do menininho de cabelo de fogo enquanto Marta  lhe fazia um broche , ao ver aquela chuva de sangue e a tesão do puto Marta  delirou, viu-o cair de joelhos então agarrou-se ao seu pescoço que jorrava sangue e nutriu-se dele como um vampiro que não come desde o inicio dos tempos, eu puxei Marta  para mim e comia numa canzana divinal, depois virei-a para mim, beijei aquela boca cheia de sangue e depois obriguei-a a chupar-me até ter de novo o meu esperma a escorrer da sua boca junto com o sangue do nosso menino cabelos cor de fogo.

Abandonámos o puto na casa de banho entre sangue, urina, esperma,vomitado e restos de papel. Lavamo-nos como pudemos, eu pouco sangue tinha mas Marta  estava cheia de Sangue, combinamos que eu saia primeiro e ia chamar um táxi passados 2 minutos sai ela com muito papel enrolado á mao para simular um corte, saímos do bar, entramos no táxi mas não podíamos voltar ao hotel, fomos então para perto da casa onde descansava na sua Paz Louise e seguimos a pé até ao apartamento.

Eu estava revoltado, frustrado, mas Marta .. Marta estava no Céu, estava realizada. Ao ve-la assim pensei, no fundo estamos ao seguro aqui esta noite, penso num plano com calma amanha ao acordar.

….

 

O primeiro erro: Marta fez um carregamento de telemóvel na estação se Santa Apolónia e esse carregamento naquele local 1 horas antes do comboio para Irun alertou as autoridades para a provável fuga do País.

O inspector encarregado recolheu imagens de todas as cameras de vigilância que ligavam a casa de Marta até Santa Apolónia e encontrou o que procurava, MArta acompanhada de um homem alto mas do qual não existia uma imagem nítida do rosto, pareciam descontraídos.

Os dados do laboratório da autopsia de Alina confirmaram uma relação sexual consentida, algo que os inspectores já suspeitavam.

O sangue presente na cena do crime pertencia a Alina, várias amostras de cabelo que correspondiam com a discrição de Marta e muitas outras amostras de ADN, mas nenhuma que já estivesse assinalada na base de dados.

A investigação avançou como um jogo erótico acabado mal, mas os vários livros sobre serial killer na mesa de cabeceira de Marta fez vir um estranho pressentimento ao inspector chefe.

“temos que contactar a interpol, a esta hora já estão longe e algo me diz que não se vão ficar por aqui.”

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A falta de Amor é a maior das pobrezas
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