Patricia Fontinhas modelo de sangue quente inspira um texto de Giacomo

Foste para mim todas as forças da natureza.
Foste a água onde naveguei, cheia de correntes e ondas fortes nos dias de tempestade, foste a solidão de um marinheiro no meio do oceano.
Foste a terra cor de sangue que invadiu as minhas veias de por do sol na savana, terra quente, como a tua alma, África mãe que acolhe de braços abertos e de sorriso estampado no rosto.
Foste o vento quente de Levante que todos os dias teima em acordava-me sussurrando ao meu ouvido o calor da paixão do Sahara e das suas mulheres de rosto coberto mas de olhar intenso, magnético, poderoso. Cobertas de roupa despem a alma de qualquer um olhando directo nos olhos.Como tu, como teu olhar.
Foste o ar que respirei, ar venenoso, viciante, que me prendeu com correntes invisiveis e chicotes dolorosos, ar que salva, que liberta. foste vida quando pensavas teres sido esquecida.
Foste o fogo que ardia em mim, Mulher vulcão, fostea lava que me corria nas veias, as marcas a fogo na minha pele qual gado num curral, foste o meu lado espiritual e a minha alma animal.
Foste os sete mares da tesão,
Oceanos de orgasmos navegados sem saberes, nos meus sonhos.
Foste o gelo do polo norte no dia da despedida e o calor Africano no reencontro
Foste um Deserto onde me perdi,
Foste a amazónia de fetishes onde me achei
Foste a mais profunda gruta que penetrei
E eu o Evarest que escalaste.
Fomos o fogo que incendiava tudo e todos sem respeito por ninguém
Afogávamos nas nossas profundezas pequenas donzelas ansiosas de navegar.
Fomos os setes mares de putas que cantavam como sereias, virgens, em busca de piratas violadores,
fomos deuses nesta terra de cegos, e vimos o paraiso
fomos pecadores neste porto de santos, e perdemos o juizo
fomos diabos a pedir perdão, redenção.
fomos tudo
fomos nada
fomos antes e depois
fomos sempre um,
onde outros viam dois.

Giacomo

Sigam a página oficial da modelo Patricia Fontinhas para saberem mais sobre o seu trabalho https://www.facebook.com/PatriciaCardosoFontinhasModa e https://www.facebook.com/patriciafontinhasdance?ref=hl

Patricia

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Estive para dar cabo de mim, mas sobrevivi.

Talvez… talvez agora percebas a minha sede, agora que o rum e o gin fazem parte de mim. Precisava de embriagar-me de amor para esquecer a tua ausência, precisava de atenuar esta dor. Vomitei saudade em quase todas as esquinas desta cidade, rodeado de gente bebeda, drogada, chorava sempre de saudades na madrugada e fodia a primeira loira desesperada, amantes perdidos, gritos, gemidos, e depois vazio, nada… deixava-a ali nua, sozinha, no meio da rua, uma santa feita puta, uma amante fodida á bruta, uma miuda em busca de amor e eu só soube dar dor, dei o que sentia, dei a minha alma, pena já estar vazia, pensava em ti, no que vivi e desprezava este corpo que fodi… que idiota que fui e fui tantas vezes, vezes demais. Um anormal perdido na bebida e que não merecia sequer aqueles seres especiais. Mas foi assim, a sede de amor tomava conta de mim, mas em vez de ti, bebia gim… estive para dar cabo de mim, mas sobrevivi, estou aqui, de pé, forte, abraço o destino como que abraça a morte, mas tenho sorte…
Agora preciso que entendas esta fome, fome de amar de novo, tomar pilulas de amor como forma de socorro, alimentar-me de abraços, porque sem eles morro. Estou frágil? talvez… mas levanto-me sempre, uma e outra vez. e rejeito relações mornas, daquelas que não matam a fome, nem deviam ter esse nome. Deviam ser chamadas simples companhia, gente que nos alegra sem ter magia, mas se magicamente desaparecer nem nos vamos aperceber… sim tenho fome, quero alimentar-me de orgasmos, de loucura e como sobremesa quero ternura, quero comer picante, quero canela, especiaria, quero foder até ser dia, quero alimentar-me de ti.
Mas talvez seja tempo que eu entenda a importância da dieta, do jejum, se não tocar em ninguém não lhes faço mal nenhum. Mas não é facil, é mais forte do que eu, em mim vive um diabo que nunca faleceu e á primeira oportunidade volta ás ruas da cidade em busca de virgens, de presas para caçar, beijar e castigar. Prender e libertar, a maior parte odiar e se Deus quiser algumas amar.

Giacomo

Foto da brilhante Diza Campino ( grazie tesoro), sigam a página facebook com os seus trabalhos

https://www.facebook.com/dizacampinofotografia

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nasci na tua boca.

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O meu sorriso traz o teu reflexo espelhado.
Ocupaste cada poro do meu corpo.
Este corpo, já não reconhece o meu toque, rejeita-o, nega-me o alivio do desejo que carrego de ti.
Morro de saudades do teu rosto. Divino. Belo e perigoso. Os teus traços são perfeitos meu amor. A tua boca tem o tamanho da tua fome, e os teus dentes pontiagudos a favor da tua sede. Recordo-me perfeitamente quando conheci a tua sede, e o quão aguçados são os teus dentes. Abriste a minha pele, e onde antes era de tez branca e pálida, ganhou cor. Ganhou vida! Aquela nascente que me provocaste escorreu pelo meu corpo, propositadamente, preso, na vertical.
Encarei o teu olhar e lembro-me de ter engolido em seco. Todo o mal que existia neste Universo, estava espelhado nos teus olhos. A escuridão que revelaste, enquanto te mantinhas hipnotizado, pela corrente que me envolvia assustou-me. Mas surpreendentemente aqueceu as minhas entranhas.
Com as tuas mãos pintaste o teu nome na minha pele e relembras-me que sou tua. Sim senhor, consenti, com o coração a pular descompassada mente. Sinto a humidade dos teus lábios no golpe que me proferiste. Que calor confortante que emites da tua boca. Lambes a tinta que espalhaste no meu corpo e após banqueteares-te, observas-me. Faces rosadas, respiração ofegante, olhos vivos que gritam pela tua penetração. Sorris satisfeito.
Beijas os meus lábios já feridos, por tentar conter a excitação que ansiava ser saciada e sou invadida por uma corrente eléctrica. Naquele instante, nasci na tua boca. Devoraste-me com os teus lábios, a tua língua foi mortal. Libertaste na minha boca o teu veneno, que encontrou saída entre as minhas pernas. Pressionas a tua mão abaixo do meu ventre é quente…
Sorris. Beijas-me a testa. Libertas-me e anuncias que está na hora de ir embora….

Casanova do Bairro Alto – Francesca Bruni

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prometeste-me mais uma vez

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Enquanto esperava por ti, antecipava o desfecho daquela noite. Pressenti, que iríamos começar em discussão, e acabar com o coração esquartejado pelas palavras mais vis que se encontrassem na ponta da língua, para nos magoarmos um ao outro, da forma mais odiosa possível.
Mas, não é que chegas, agarras-me pelas nádegas e puxas-me para que encaixe as pernas nas tuas ancas? Entre a espada e a parede sugaste os espinhos que cresceram no meu peito, e derreteste o meu sangue congelado.
Recordo que aquele beijo saudoso era salgado. As lágrimas romperam do peito e salgaram os nossos lábios que assumiam um tom cada vez mais vivo pela intensidade com se esfregavam.
Com os pés assentes na terra, embalaste o meu rosto com as tuas mãos grandes e fizeste-me mais uma vez sentir pequena. Ternamente sorriste e prometeste nunca mais me fazer ter frio.
O teu olhar, nos meus olhos castanhos, é tão quente, tão reconfortante.
Perdes-te nos meus pequenos lábios, finos e vermelhos fazendo-me mordiscar o lábio inferior sob o teu profundo olhar.
Descontrolaste-te quando larguei o meu sorriso inocente e ao mesmo tempo tão revelador do que quero que faças, ali, na ombreira daquele prédio.
Ter o corpo que se ausentou por um tempo que me pareceu eterno tão colado em mim, faz-me querer que o tomes para ti.
Às vezes, acho que a diabinha que existe dentro de mim, sussurra no teu ouvido, exactamente o que quero, o que preciso, onde, quando e como, pois tu és certeiro em cada investida que tens sobre mim.
Perco o meu olhar nos teus lábios.. eles são terrificamente apetecíveis, o sabor da tua boca, é indecifrável, o atrevimento da tua língua é vulcânica. Ai a tua língua. A tua língua dentro da minha boca, faz-me palpitar entre as pernas.
Que desejo que trago… e tu, delicias-te com a expressão com que o meu rosto pede por ti.
Meu amor, não me lembro de tudo que queria que me fizesses, mas desconfio que se nada fizesses, acho que iria desmaiar com tanta luxuria que carregava naquele dia.
Mas como sempre, só quando avistas excitação na humidade que os meus olhos revelam, é que procuras o calor que liberto entre as pernas. Fizeste-me engasgar no instante em que me devoraste num beijo ofegante que me descompassou o coração… os teus dedos, massajaram, acariciaram, apertaram incansavelmente, e invadiram o coração que ameaçava saltar entre as minhas coxas. Todos os meus músculos se contorceram, as forças centraram-se no clímax por isso mesmo, seguraste-me contra o teu peito, enquanto relaxava e as palpitações desaceleravam.
Ali, naquele prédio, sentaste-me no teu colo, e apertaste-me a favor do teu corpo, e prometeste-me mais uma vez, nunca mais me fazer sentir frio.

Francesca Bruni #casanovadobairroalto

Posted by sofiarodrigues

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Nas relações nem sempre é primavera.

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Daqui em diante vamos ver a nossa história crescer linha a linha, aumentando a cada novo parágrafo. Seremos as personagens da nossa história. A tinta já começou a correr, as vírgulas e os pontos finais já são pontuados e as interrupções e exclamações parte dos nossos momentos.

Ao primeiro beijo somamos muitos e muitos outros, depois do primeiro abraço vieram tantos mais e serão outros tantos os que estão para chegar. Após a primeira gargalhada juntaram-se muitas mais risadas. À primeira noite de amor, mil e uma noites de amor serão poucas…

Mas não somaremos bons momentos às contas da nossa vida, juntar-se-ao muitos outros momentos menos bons aos nossos dias.

Prepara-te porque escreveremos a primeira discussão que não será ficção e a ela surgirão muitas mais, vão surgir as primeiras lágrimas como resultado da jorrada de palavras ditas com a cabeça quente. Talvez venhamos a pensar desistir mais do que uma vez, mesmo que seja por escassos segundos, iremos morrer de ciúmes e discordar uma em outra vez.

Mas continuaremos a acrescentar páginas ao nosso livro, não será fácil como parece, vamos sorrir muito mas também existirão dias em que não quereremos sorrir um com o outro.

Desejo que na jornada que estamos a começar que nos lembremos SEMPRE de nos respeitarmos e que quando estivermos em conflito nunca esqueçamos de todos os motivos que nos juntaram.

Que os dias menos bons nunca se sobreponham aos bons momentos!

Francesca Bruni #casanovadobairroalto

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Detesto o domínio que tens em mim.

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Estes longos dias com que te privei do meu cheiro, acordou o teu demónio. Lançavas fogo dos olhos, e os teus lábios estavam sedentos. Contra a parede, estendi os meus braços para te impedir de investires em mim. Tentativa em vão. O teu corpo vence a minha força feminina e seguras as minhas mãos por cima da cabeça. Rasgas o meu vestido de uma só vez e com os dentes arrancas as cuecas. O frio que senti quando saí de casa foi substituído pelo calor infernal de um dia de verão.
Afastas-te. E encostas-te à parede paralela.
Sinto-me frágil, totalmente desprotegida. A ideia de alguém ver o que se está a passar neste beco, deixa-me nervosa.
Hoje a tua loucura tomou conta da tua mente. Não queres saber. Queres matar saudades do calor que te envolve assim que entras em mim.
Observas-me. Quase que consigo ver os teus olhos a reluzir de malícia. Sorris. O teu sorriso invade-me e faz-me corar. Aproximaste de mim, já com o corpo despido perto o suficiente para me embriagares com a tua respiração. Ferves. Percorres o meu corpo com a tua fome, mordendo e beijando todos os centímetros da roupa que me veste.
Com o teu braço contra a parede, olhas-me nos olhos. Demoras-te. Invades a minha alma, e percorres os meus desejos mais obscuros. Desejos fechados a sete chaves que escondo do mundo. «Eu sabia que atrás desse rosto de menina está um paraíso que nem tu nem ninguém nunca explorou. »
Irritas-me. Detesto o domínio que tens em mim. Tento-te afastar, e debato-me sobre a tua força, até cair exausta no teu ombro.
Seguras o meu rosto e afogas-te na minha boca.
O teu beijo vence a minha revolta pela forma que me lês, e sossego na tua boca.
O teu beijo, é intenso e demorado, as nossas línguas travam um combate incessável. O meu ventre procura-te. Quero-te dentro de mim. Puxo-te a favor do meu corpo, e desaperto-te as calças. Atordoas-me com a rigidez do teu desejo.
Contra a parede, abriste as cicatrizes que me provocaste da ultima vez e num só movimento, perfuras-me. Procuras os meus olhos húmidos de desejo e com uma das mãos a apertar o meu pescoço exploras as profundezas do meu ventre.
Juntos alcançámos a paz. Desencaixámos num beijo, terno e apaixonado que traz vida ao meu coração.
Enrolas-me numa manta que desconhecia trazeres contigo, e proteges-me do frio que agora já se faz sentir.
Deixámos aquele canto escuro com as roupas rasgadas no chão e ao colo levaste-me para a tua cama…

Francesca Bruni #casanovadobairroalto

Posted by sofiarodrigues

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Naufragas dentro de mim.

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És um guloso pelo prazer mas muito mais pela mulher. E eu deixo-me ser o alimento da tua gula, deixo que me desembrulhes devagar sem pressa de acabar. Deixo que os teus dedos moldem os meus contornos e que o teu toque seja navegador no meu corpo. E nesta paixão que tens pela mulher, eu ganho por fazer parte da arte. Ganho a tua alma de poeta e coitos de tesão que rimam com paixão. Dou-me a ti de faces coradas e pernas afastadas, deixo que descubras que cores compõem  os meus gemidos enquanto naufragas dentro de mim.

Francesca Bruni #casanovadobairroalto

Posted by sofiarodrigues

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Fugir sem sabermos para onde

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Fechamos as janelas, descemos os estores e corremos as cortinas.

Cortamos laços com o dia lá fora contrariámos a rotina, transformámos o sol em noite e tornámos-nos mais uma vez amantes.
O relógio foi atirado para uma gaveta qualquer, os telemóveis desligados, fechamos a porta e deixámos a responsabilidade lá  fora. Tantas pessoas a quem responder mas não quisemos saber.
Foi aquela vontade de fugir sem sabermos para onde e virar costas ao mundo e sermos só nós. Nós. E assim foi feita a nossa vontade.

Nós dois num mundo à parte, dentro de 4 paredes, o nosso refúgio isolado rodeados pela vida lá fora mas a vivermos outra realidade. A nossa. E fizemos daquela cama o nosso jardim onde nós fomos vida e cor em forma de flor. Descansamos do mundo e cansamos-nos um no outro, brincámos com o prazer suamos e gememos, e por fim adormecemos. Encomendamos comida quando os corpos pediram e não quando as horas impõem a refeição, seguimos a nossa vontade. Conversámos pouco, amamo-nos mais um pouco, suamos e gememos, e por fim adormecemos.

Abrimos as janelas as ruas estavam calmas, ligamos os telemóveis eram 7h da manhã.
O mundo despertava e nós  também.

Francesca Bruni #casanovadobairroalto

Posted by sofiarodrigues

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Consumar o acto

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Escrevi ontem, escrevo hoje e escreverei amanhã, porque sou mil pessoas numa, porque sinto mil e uma coisas e sou apenas uma e porque em mim vive uma revolução de tempestades e dias de sol, pureza e devassidão, porque dentro de mim existem inúmeras personalidades e preciso de me arrumar.
E todos os dias pego na caneta. Todos os dias escrevo, não para tu leres, mas para mim, para arrumar as múltiplas pessoas que me compõem.
E sempre que nasce a vontade, tenho de a consumar. É um vicio ver as letras darem origem a uma palavra no papel, o acto é imediato. E se não for, as mãos transpiram  a mente enlouquece e o êxtase da-se na beleza de despir a tampa da caneta.
Escrevo quando tenho algo a dizer ou seja a toda a hora, porque sinto em todas as horas a todos os momentos e  porque todos os dias as minhas crenças actualizam e se ontem senti amor, hoje sinto dor e amanhã sentirei seja lá o que for. Como tudo o que sinto não cabe no segredo da minha alma, é por isso que partilho aqui no nosso canto #casanovadobairroalto.

Francesca Bruni

Posted by sofiarodrigues

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Ego.

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É assim tão importante para o teu ego  saberes que me marcaste mais do que aquilo que te deixo saber? Sentes-te diminuído com a indiferença que te mostro? Se te faz dormir melhor, então não seja por isso, eu digo-te.
Sim fizeste-me estremecer e destrancar a porta à muito fechada. Só tinhas de rodar a maçaneta e chafurdares no meu coração. Guiei os teus passos, mostrei-te o caminho, transpareci o que queria dei-te respostas antes de teres perguntas, partilhámos suor, toquei-te saudosa dos momentos que adivinhava vir mais tarde. Enfim quis me dar sem restrições! Esta foi a importância que tiveste para mim. Tiveste. A dada altura, no passado.
Não viste o que podias ter e agora vês o que não podes ter.
E neste presente mostro-te a importância que já não tens… e não gostas… o teu ego não aceita, para a próxima desperta. ;)

Francesca Bruni #casanovadobairroalto

Posted by sofiarodrigues

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